quarta-feira, 29 de setembro de 2010
BREVEMENTE
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terça-feira, 28 de setembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
CODIGO DA ESTRADA c/foto e critica
CODIGO DA ESTRADA10
Inspecções Periódicas Obrigatórias
As inspecções periódicas de automóveis e seus reboques visam confirmar com regularidade, a manutenção das boas condições de funcionamento dos órgãos vitais do veículo, do equipamento de segurança da sua qualidade ecológica.
A Apresentação à Inspecção
O veículo deve ser apresentado à inspecção num centro privado autorizado pelo Estado, em perfeito estado de limpeza e conservação, acompanhado do respectivo certificado de matrícula (documento de identificação do veículo) e da ficha da última inspecção (quando for caso disso).
Os veículos devem ser apresentados à primeira inspecção anual e às subsequentes durante o mês correspondente ao da matrícula inicial.
Os veículos devem ser apresentados às inspecções semestrais no 6º mês após a correspondente inspecção anual.
A pedido do interessado, pode a realização periódica ser antecipada pelo período máximo de dois meses em relação ao mês inicialmente previsto.
GRUPO I
Estes veículos deverão apresentar-se à inspecção UM ANO após a data da primeira matrícula e em seguida, anualmente, até perfazerem sete anos; no 8º ano e seguintes a inspecção deve ser realizada semestralmente.
• Automóveis pesados de passageiros
• Automóveis pesados de mercadorias
• Reboques e semi-reboques com peso bruto superior a 3500kg (excepto os reboques agrícolas)
• Veículos automóveis ligeiros licenciados para o transporte público de passageiros e ambulâncias
• Automóveis utilizados no transporte escolar e automóveis licenciados para a instrução
GRUPO II
Estes veículos deverão apresentar-se à inspecção QUATRO ANOS após a data da primeira matrícula, em seguida de dois em dois anos, até perfazerem oito anos, e depois anualmente.
• Automóveis ligeiros de passageiros
GRUPO III
Estes veículos deverão apresentar-se à inspecção DOIS ANOS após a data da primeira matrícula e em seguida anualmente.
• Automóveis ligeiros de mercadorias
• Restantes automóveis ligeiros
GRUPO IV
Estes veículos deverão apresentar-se à inspecção UM ANO após a data da primeira matrícula e em seguida anualmente.
• Automóveis pesados e reboques com peso bruto superior a 3500kg utilizados por corporações de bombeiros e suas associações e outros que raramente utilizam a via pública, designadamente os destinados a transporte de material de circo ou feira, reconhecidos pela Direcção-Geral de Viação.
Deficiências Observadas nas Inspecções
• Tipo 1: deficiência que normalmente não afecta de forma grave, o funcionamento nem segurança do veículo.
• Tipo 2: deficiência que afecta gravemente o funcionamento e segurança do veículo, assim com sua identificação.
• Tipo 3: deficiência muito grave que implica paralisação do veículo.
Os veículos são reprovados sempre que:
• Se verifiquem mais de cinco deficiências do tipo 1.
• Se verifiquem uma ou mais deficiências do tipo 2 ou 3.
• Não seja efectuada a correcção da deficiência ou deficiências anteriormente anotadas, salvo as relativas ao documento de identificação do veículo.
Os veículos que apresentem deficiências do tipo 2 nos sistemas de direcção, suspensão ou travagem, não podem transportar passageiros, nem carga enquanto não forem aprovados.
Os veículos que apresentem deficiências do tipo 3, podem circular apenas para deslocação até ao local de reparação e posterior regresso ao centro de inspecção para confirmar a correcção das anomalias.
Sempre que o veículo tenha sido reprovado em inspecção, pode o mesmo, no prazo de 30 dias, voltar ao centro de inspecções para confirmar a correcção das anomalias.
Quando as deficiências constatadas na inspecção ou reinspecção precedente não tiverem sido atempadamente corrigidas, o prazo referido anteriormente será reduzido para 15 dias.
As inspecções periódicas de automóveis e seus reboques visam confirmar com regularidade, a manutenção das boas condições de funcionamento dos órgãos vitais do veículo, do equipamento de segurança da sua qualidade ecológica.
A Apresentação à Inspecção
O veículo deve ser apresentado à inspecção num centro privado autorizado pelo Estado, em perfeito estado de limpeza e conservação, acompanhado do respectivo certificado de matrícula (documento de identificação do veículo) e da ficha da última inspecção (quando for caso disso).
Os veículos devem ser apresentados à primeira inspecção anual e às subsequentes durante o mês correspondente ao da matrícula inicial.
Os veículos devem ser apresentados às inspecções semestrais no 6º mês após a correspondente inspecção anual.
A pedido do interessado, pode a realização periódica ser antecipada pelo período máximo de dois meses em relação ao mês inicialmente previsto.
GRUPO I
Estes veículos deverão apresentar-se à inspecção UM ANO após a data da primeira matrícula e em seguida, anualmente, até perfazerem sete anos; no 8º ano e seguintes a inspecção deve ser realizada semestralmente.
• Automóveis pesados de passageiros
• Automóveis pesados de mercadorias
• Reboques e semi-reboques com peso bruto superior a 3500kg (excepto os reboques agrícolas)
• Veículos automóveis ligeiros licenciados para o transporte público de passageiros e ambulâncias
• Automóveis utilizados no transporte escolar e automóveis licenciados para a instrução
GRUPO II
Estes veículos deverão apresentar-se à inspecção QUATRO ANOS após a data da primeira matrícula, em seguida de dois em dois anos, até perfazerem oito anos, e depois anualmente.
• Automóveis ligeiros de passageiros
GRUPO III
Estes veículos deverão apresentar-se à inspecção DOIS ANOS após a data da primeira matrícula e em seguida anualmente.
• Automóveis ligeiros de mercadorias
• Restantes automóveis ligeiros
GRUPO IV
Estes veículos deverão apresentar-se à inspecção UM ANO após a data da primeira matrícula e em seguida anualmente.
• Automóveis pesados e reboques com peso bruto superior a 3500kg utilizados por corporações de bombeiros e suas associações e outros que raramente utilizam a via pública, designadamente os destinados a transporte de material de circo ou feira, reconhecidos pela Direcção-Geral de Viação.
Deficiências Observadas nas Inspecções
• Tipo 1: deficiência que normalmente não afecta de forma grave, o funcionamento nem segurança do veículo.
• Tipo 2: deficiência que afecta gravemente o funcionamento e segurança do veículo, assim com sua identificação.
• Tipo 3: deficiência muito grave que implica paralisação do veículo.
Os veículos são reprovados sempre que:
• Se verifiquem mais de cinco deficiências do tipo 1.
• Se verifiquem uma ou mais deficiências do tipo 2 ou 3.
• Não seja efectuada a correcção da deficiência ou deficiências anteriormente anotadas, salvo as relativas ao documento de identificação do veículo.
Os veículos que apresentem deficiências do tipo 2 nos sistemas de direcção, suspensão ou travagem, não podem transportar passageiros, nem carga enquanto não forem aprovados.
Os veículos que apresentem deficiências do tipo 3, podem circular apenas para deslocação até ao local de reparação e posterior regresso ao centro de inspecção para confirmar a correcção das anomalias.
Sempre que o veículo tenha sido reprovado em inspecção, pode o mesmo, no prazo de 30 dias, voltar ao centro de inspecções para confirmar a correcção das anomalias.
Quando as deficiências constatadas na inspecção ou reinspecção precedente não tiverem sido atempadamente corrigidas, o prazo referido anteriormente será reduzido para 15 dias.
CODIGO DA ESTRADA9
Condições de utilização das luzes
Desde o entardecer até o amanhecer (de noite), e também de dia se as condições atmosféricas forem adversas, devo usar:
Presença:
- Enquanto aguardo a abertura da passagem de nível
Médios:
- Na aproximação e travessia da passagem de nível
- No cruzamento com outros veículos, pessoas ou animais
- Quando o veículo transite a menos de 100 metros do veículo da frente
- Em locais em que se consiga ver a pelo menos 100 metros (boa visibilidade)
- Durante a paragem ou detenção do veículo
Máximos:
- Nos restantes casos. É proibido usá-los se provocar encadeamento.
Nevoeiro:
- Quando as condições atmosféricas forem adversas. É proibido usá-las se não se justificar.
De dia, é obrigatório o uso dos médios nas seguintes situações:
- Na condução de motociclos e ciclomotores
- Nos túneis sinalizados como tal, e nas vias de sentido reversível
- Na condução de veículos que façam o transporte de mercadorias perigosas
Em caso de avaria
É proibido circular sem as luzes regulamentares, excepto em caso de avaria, e se tivermos as seguintes luzes:
• 2 médios, ou médio esquerdo e 2 mínimos, e para trás a luz de travagem quando obrigatório e o pisca esquerdo
• ou
• luzes de perigo (4 piscas). Nesta situação só pode circular até local onde fará a paragem. Se a avaria nesta situação for em auto-estrada ou via-reservada, então devem imobilizar o veículo na berma.
Reflectores (obrigatoriedade):
- reboques e semi-reboques: 2 reflectores triangulares de cor vermelha para trás
- reboques e semi-reboques: 2 reflectores não triangulares de cor branca para frente
- automóveis: 2 reflectores não triangulares de cor vermelha para trás
Veículos com comprimento superior a 6 metros devem estar equipados lateralmente com luzes e reflectores laranjas.
IMOBILIZAÇÕES:
• por avaria ou acidente
• por circunstâncias do trânsito (ex: o veículo à minha frente imobiliza, ou o sinal fica vermelho, transito congestionado, etc)
• Paragem:
- Cargas/descargas
- Apanhar/largar passageiros
(pelo tempo estritamente necessário)
• Estacionamento: nas restantes situações
Dentro das localidades, pode-se parar ou estacionar na faixa de rodagem da seguinte forma:
• o mais à direita possível
• no sentido de marcha
• paralelamente à faixa de rodagem
Fora das localidades não se pode estacionar na faixa de rodagem. Podemos estacionar na berma, excepto se proibido.
Proibições:
Distâncias Local de Proibição
(só é proibido a menos de...) Manobras proibidas
... 3 metros Entre o veículo e a linha contínua. Parar e estacionar.
... 5 metros Antes e depois dos postos de abastecimento de combustível. Só estacionar.
... 5 metros Antes e em cima da passagem para peões. Parar e estacionar.
... 5 metros Antes e depois dos cruzamentos, entroncamentos e rotundas. Parar e estacionar.
... 6 metros Antes da paragem do eléctrico Parar e estacionar.
... 10 metros Antes e depois das passagens de nível. Só estacionar.
... 20 metros Antes dos sinais luminosos ou verticais, se o veículo tapar o sinal. Parar e estacionar.
... 25 metros Antes e a menos de 5 metros depois das paragens do autocarro. Parar e estacionar.
... 50 metros Fora das localidades, antes e depois dos cruzamentos, entroncamentos, rotundas, curvas ou lombas de visibilidade reduzida. Parar e estacionar.
É sempre proibido parar e estacionar:
1 – Nas rotundas, pontes, túneis, passagens de nível, passagens inferiores ou superiores e em todos os lugares de visibilidade reduzida.
2 – Nas pistas de velocípedes, nos ilhéus direccionais, nas placas centrais das rotundas, nos passeios e demais locais destinados ao trânsito de peões.
É permitido parar, mas proibido estacionar:
1 – Obrigando os outros veículos a circularem em sentido contrário.
2 – Em 2ª fila nas faixas de rodagem.
3 – Em todos os lugares em que impeça o acesso a veículos devidamente estacionados, a saída destes, ou a ocupação de lugares vagos.
4 – Nos locais reservados, mediante sinalização, ao estacionamento de determinados veículos.
5 – De veículos agrícolas, máquinas industriais, reboques ou semi-reboques quando não atrelados ao veículo tractor, salvo em parques próprios a esse fim.
6 – Nas zonas de estacionamento de duração limitada quando não for cumprido o regulamento.
7 – De veículos ostentando qualquer informação com vista à sua transacção, em parques de estacionamento.
Podem ser removidos e/ou bloqueados os veículos que estiverem nas seguintes situações:
1. Estacionados de forma abusiva ou indevida;
2. Estacionados ou imobilizados na berma de auto-estrada ou via equiparada;
3. Estacionados ou imobilizados de forma perigosa ou perturbadora;
4. Estacionados ou imobilizados em locais que, por razões de segurança, de ordem pública, de emergência, de socorro ou outros motivos análogos, justifiquem a remoção
CAT ID. MINIMA HABILITADO TAMBÉM HABILITA A CONDUZIR:
. A 18 Motociclos>50CC c/ ou s/ carro lateral Triciclos
. Motociclo até 50cc
. Ciclomotores
.
. B 18 Ligeiros (pode colocar reboque com Pbruto Tractores agrícolas ou florestas com ou
. Até 750 Kg sem equipamentos (s/reboque) com Pmax 6000 kg
. Ou reboque com mais, desde que Máquinas agrícolas, florestais e industriais ligeiras
. Pbruto reboque inferior à tara do veículo Tractocarros e motocultivadores
. Ciclomotores de 3 rodas
. Triciclos
. Quadriciclos
.
. C 21 Pesado Mercadorias Veículos da Ct. B
. Com reboque até PB>750 Kg Os outros que também a ct. B Habilita
. Máquinas agrícolas, florestais e industriais
. sem restrição de peso
. Tractores agrícolas ou florestas c/ ou s/ com reboque
. e sem restrição de peso
.
. D 21 Pesado Passageiros Veículos da Ct. B
. Com reboque até PB>750 Kg Os outros que também a ct. B Habilita
. Comboios turísticos
. Veículos sobre carris
. Autocarro articulado
.
. B+E 18 Ligeiro com reboque cujos limites Tractores agrícolas ou florestas c/ ou s/ com reboque
. Excedem os da categoria B Com peso máximo até 6000 Kg
.
. D+E 21 Pesado Passageiros
. Com reboque com PB>750 Kg
.
. C+E 21 Pesado Mercadorias
. Com reboque com PB>750 Kg
.
. A1 16 Motociclos até 125cc Triciclos
. Ciclomotores
. Motociclos até50cc
.
.
. B1 16 Triciclos e Quadriciclos
.
. C1 21 Pesado Mercadorias com PB até 7500 Kg
.
. C1+E 21 Pesado Mercadorias com PB até 7500 Kg
. Com reboque (Peso conjunto até 12T)
.
. D1 21 Pesado Passageiros com lotação até 17
.
. D1+E 21 Pesado Passageiros com lotação até 17
. Com reboque (Peso conjunto até 12T)
Ultrapassagem
Regra geral faz-se pela esquerda, excepto se ultrapassar:
• o veículo que vira à esquerda
• o veículo que para ou estaciona do lado esquerdo
• o “eléctrico” em movimento
• o “eléctrico” parado, se houver uma placa de refúgio
Não se considera ultrapassagem:
• se os veículos seguirem direcções diferentes
• se o trânsito estiver congestionado, e as filas de trânsito da direita circularem + rápido que as da esquerda
Dever de facultar a ultrapassagem consiste em:
• Não aumentar a velocidade
• Desviar-se o + possível para a direita
Veículos de marcha lenta e Pesados, fora das localidades, devem:
• manter a distância minima de 50 metros do veículo precedente, excepto se estiverem a ultrapassar
Sinais que proíbem a ultrapassagem:
O sinal proíbe a ultrapassagem a todos os veículos.
O sinal não proíbe a ultrapassagem de todos os veículos.
Ou seja, os veículos de 2 rodas podem ser ultrapassados, após este sinal.
Nenhum veículo pode ultrapassar, excepto se ultrapassar veículos de 2 rodas.
Exemplo:
1 automóvel não pode ultrapassar outro automóvel.
1 automóvel pode ultrapassar um motociclo simples.
1 motociclo simples não pode ultrapassar um automóvel.
1 motociclo simples pode ultrapassar um ciclomotor de 2 rodas.
O sinal proíbe a ultrapassagem a automóveis pesados.
Só os pesados não podem ultrapassar.
Um ligeiro de mercadorias pode ultrapassar.
O sinal proíbe a ultrapassagem a motociclos e ciclomotores.
Linha continua não proíbe a ultrapassagem.
Posso ultrapassar desde que não pise ou transponha a linha.
Para ultrapassar não é necessário que se tenha que pisar ou transpôr.
Ultrapassagens proibidas:
• nas lombas (X)
• imediatamente antes e nas passagens de nível (X)
• imediatamente antes e nos cruzamentos e entrocamentos (X)
• imediatamente antes e nas passagens para peões
• nas curvas de visibilidade reduzida (X)
• em qualquer local de visibilidade insuficiente
• se não houver largura
• ultrapassar um veículo que ultrapassa um terceiro (X)
Nas situações assinaladas com (X) pode-se ultrapassar se houver mais do que uma fila de trânsito no mesmo sentido, desde que não se use o sentido contrário.
Mudança de direcção
Para a direita:
O condutor deve sinalizar com antecedência, aproximar-se o mais possível do limite direito da faixa de rodagem, e fazer a manobra no menor trajecto possível.
Para a Esquerda, numa via de 2 sentidos:
O condutor deve sinalizar com antecedência, aproximar-se o mais possível do eixo da faixa de rodagem, e fazer a manobra de modo a dar a esquerda à intercessão das 2 vias.
Para a esquerda, numa via de sentido único:
O condutor deve sinalizar com antecedência, aproximar-se o mais possível do limite esquerdo da faixa de rodagem, e fazer a manobra de modo a entrar no seu sentido de trânsito.
Inversão do sentido de marcha
A manobra é proibida:
• nas lombas
• Passagens de nível
• nas curvas de visibilidade reduzida
• em qualquer local de visibilidade insuficiente
• se não houver largura
• Nas Auto-estradas e Vias reservadas a automóveis e motociclos
• Pontes e túneis
• Vias de sentido único
• Se houver intensidade de trânsito
Marcha-atrás
Esta manobra só permitida nas seguintes situações:
• Como manobra auxiliar ou de recurso (estacionar, ceder a passagem num estreitamento, inverter)
• Lentamente
• No menor trajecto possível
A manobra é proibida:
• nas lombas Passagens de nível
• nas curvas de visibilidade reduzida
• em qualquer local de visibilidade insuficiente
• se não houver largura
• Nas Auto-estradas e Vias reservadas a automóveis e motociclos
• Pontes e túneis
• Se houver grande intensidade de trânsito
Resumo das proibições:
Ultrapassagem Inversão Marcha-atrás
Lombas X (*) X X
Passagens de nível X (nem antes) (*) X X
Cruzamentos e entroncamentos X (nem antes) (*) √ √
Passagens para peões X (nem antes) √ √
Curvas de visibilidade reduzida X (*) X X
Em qualquer lugar de visibilidade insuficiente X X X
Se não houver largura X X X
Um veículo que ultrapassa um terceiro X (*) -- --
Auto-estradas e vias equiparadas √ X X
Pontes e túneis √ X X
Vias de sentido único √ X √
Se houver grande intensidade de trânsito √ X X
Legenda:
Nas situações assinaladas com (*) pode-se ultrapassar se houver mais do que uma fila de trânsito no mesmo sentido, desde que não se use o sentido contrário.
Qual a diferença entre fazer um coisa que não se deve, e abusar? O abusar geralmente tem a haver com ultrapassar certos limites.
É verdade que um estacionamento proibido constitui ultrapassar certos limites permitidos. No entanto existem outros limites a partir dos quais a lei considera abuso. Por exemplo, vamos imaginar que um condutor estaciona na via pública correctamente. Tudo bem. A via é pública e podemos fazer uso dela, desde que correctamente. No entanto, se o condutor deixar o veículo a ganhar raizes, i.e., por muitos dias no mesmo sítio, não lhe parece um abuso? O código diz que em situações como esta, o estacionamento passa a ser abusivo a partir do 30º dia.
Como pode ver, nem é necessário que o estacionamento seja proibido para que seja abusivo.
Para o estacionamento ser proibido o veículo deve estar a infringir alguma regra código, nomeadamente os artigos 48, 49, 50, 70 ou 71. Creio que alguns destes artigos não estão ainda publicados. Para ser abusivo é preciso estar estacionado de forma descrita no artigo 163. Para um veículo poder ser bloqueado ou removido, precisa estar mediante certas condições. Às vezes pode ser proibido o estacionamento, e não ser legal remover o veículo.
Desde o entardecer até o amanhecer (de noite), e também de dia se as condições atmosféricas forem adversas, devo usar:
Presença:
- Enquanto aguardo a abertura da passagem de nível
Médios:
- Na aproximação e travessia da passagem de nível
- No cruzamento com outros veículos, pessoas ou animais
- Quando o veículo transite a menos de 100 metros do veículo da frente
- Em locais em que se consiga ver a pelo menos 100 metros (boa visibilidade)
- Durante a paragem ou detenção do veículo
Máximos:
- Nos restantes casos. É proibido usá-los se provocar encadeamento.
Nevoeiro:
- Quando as condições atmosféricas forem adversas. É proibido usá-las se não se justificar.
De dia, é obrigatório o uso dos médios nas seguintes situações:
- Na condução de motociclos e ciclomotores
- Nos túneis sinalizados como tal, e nas vias de sentido reversível
- Na condução de veículos que façam o transporte de mercadorias perigosas
Em caso de avaria
É proibido circular sem as luzes regulamentares, excepto em caso de avaria, e se tivermos as seguintes luzes:
• 2 médios, ou médio esquerdo e 2 mínimos, e para trás a luz de travagem quando obrigatório e o pisca esquerdo
• ou
• luzes de perigo (4 piscas). Nesta situação só pode circular até local onde fará a paragem. Se a avaria nesta situação for em auto-estrada ou via-reservada, então devem imobilizar o veículo na berma.
Reflectores (obrigatoriedade):
- reboques e semi-reboques: 2 reflectores triangulares de cor vermelha para trás
- reboques e semi-reboques: 2 reflectores não triangulares de cor branca para frente
- automóveis: 2 reflectores não triangulares de cor vermelha para trás
Veículos com comprimento superior a 6 metros devem estar equipados lateralmente com luzes e reflectores laranjas.
IMOBILIZAÇÕES:
• por avaria ou acidente
• por circunstâncias do trânsito (ex: o veículo à minha frente imobiliza, ou o sinal fica vermelho, transito congestionado, etc)
• Paragem:
- Cargas/descargas
- Apanhar/largar passageiros
(pelo tempo estritamente necessário)
• Estacionamento: nas restantes situações
Dentro das localidades, pode-se parar ou estacionar na faixa de rodagem da seguinte forma:
• o mais à direita possível
• no sentido de marcha
• paralelamente à faixa de rodagem
Fora das localidades não se pode estacionar na faixa de rodagem. Podemos estacionar na berma, excepto se proibido.
Proibições:
Distâncias Local de Proibição
(só é proibido a menos de...) Manobras proibidas
... 3 metros Entre o veículo e a linha contínua. Parar e estacionar.
... 5 metros Antes e depois dos postos de abastecimento de combustível. Só estacionar.
... 5 metros Antes e em cima da passagem para peões. Parar e estacionar.
... 5 metros Antes e depois dos cruzamentos, entroncamentos e rotundas. Parar e estacionar.
... 6 metros Antes da paragem do eléctrico Parar e estacionar.
... 10 metros Antes e depois das passagens de nível. Só estacionar.
... 20 metros Antes dos sinais luminosos ou verticais, se o veículo tapar o sinal. Parar e estacionar.
... 25 metros Antes e a menos de 5 metros depois das paragens do autocarro. Parar e estacionar.
... 50 metros Fora das localidades, antes e depois dos cruzamentos, entroncamentos, rotundas, curvas ou lombas de visibilidade reduzida. Parar e estacionar.
É sempre proibido parar e estacionar:
1 – Nas rotundas, pontes, túneis, passagens de nível, passagens inferiores ou superiores e em todos os lugares de visibilidade reduzida.
2 – Nas pistas de velocípedes, nos ilhéus direccionais, nas placas centrais das rotundas, nos passeios e demais locais destinados ao trânsito de peões.
É permitido parar, mas proibido estacionar:
1 – Obrigando os outros veículos a circularem em sentido contrário.
2 – Em 2ª fila nas faixas de rodagem.
3 – Em todos os lugares em que impeça o acesso a veículos devidamente estacionados, a saída destes, ou a ocupação de lugares vagos.
4 – Nos locais reservados, mediante sinalização, ao estacionamento de determinados veículos.
5 – De veículos agrícolas, máquinas industriais, reboques ou semi-reboques quando não atrelados ao veículo tractor, salvo em parques próprios a esse fim.
6 – Nas zonas de estacionamento de duração limitada quando não for cumprido o regulamento.
7 – De veículos ostentando qualquer informação com vista à sua transacção, em parques de estacionamento.
Podem ser removidos e/ou bloqueados os veículos que estiverem nas seguintes situações:
1. Estacionados de forma abusiva ou indevida;
2. Estacionados ou imobilizados na berma de auto-estrada ou via equiparada;
3. Estacionados ou imobilizados de forma perigosa ou perturbadora;
4. Estacionados ou imobilizados em locais que, por razões de segurança, de ordem pública, de emergência, de socorro ou outros motivos análogos, justifiquem a remoção
CAT ID. MINIMA HABILITADO TAMBÉM HABILITA A CONDUZIR:
. A 18 Motociclos>50CC c/ ou s/ carro lateral Triciclos
. Motociclo até 50cc
. Ciclomotores
.
. B 18 Ligeiros (pode colocar reboque com Pbruto Tractores agrícolas ou florestas com ou
. Até 750 Kg sem equipamentos (s/reboque) com Pmax 6000 kg
. Ou reboque com mais, desde que Máquinas agrícolas, florestais e industriais ligeiras
. Pbruto reboque inferior à tara do veículo Tractocarros e motocultivadores
. Ciclomotores de 3 rodas
. Triciclos
. Quadriciclos
.
. C 21 Pesado Mercadorias Veículos da Ct. B
. Com reboque até PB>750 Kg Os outros que também a ct. B Habilita
. Máquinas agrícolas, florestais e industriais
. sem restrição de peso
. Tractores agrícolas ou florestas c/ ou s/ com reboque
. e sem restrição de peso
.
. D 21 Pesado Passageiros Veículos da Ct. B
. Com reboque até PB>750 Kg Os outros que também a ct. B Habilita
. Comboios turísticos
. Veículos sobre carris
. Autocarro articulado
.
. B+E 18 Ligeiro com reboque cujos limites Tractores agrícolas ou florestas c/ ou s/ com reboque
. Excedem os da categoria B Com peso máximo até 6000 Kg
.
. D+E 21 Pesado Passageiros
. Com reboque com PB>750 Kg
.
. C+E 21 Pesado Mercadorias
. Com reboque com PB>750 Kg
.
. A1 16 Motociclos até 125cc Triciclos
. Ciclomotores
. Motociclos até50cc
.
.
. B1 16 Triciclos e Quadriciclos
.
. C1 21 Pesado Mercadorias com PB até 7500 Kg
.
. C1+E 21 Pesado Mercadorias com PB até 7500 Kg
. Com reboque (Peso conjunto até 12T)
.
. D1 21 Pesado Passageiros com lotação até 17
.
. D1+E 21 Pesado Passageiros com lotação até 17
. Com reboque (Peso conjunto até 12T)
Ultrapassagem
Regra geral faz-se pela esquerda, excepto se ultrapassar:
• o veículo que vira à esquerda
• o veículo que para ou estaciona do lado esquerdo
• o “eléctrico” em movimento
• o “eléctrico” parado, se houver uma placa de refúgio
Não se considera ultrapassagem:
• se os veículos seguirem direcções diferentes
• se o trânsito estiver congestionado, e as filas de trânsito da direita circularem + rápido que as da esquerda
Dever de facultar a ultrapassagem consiste em:
• Não aumentar a velocidade
• Desviar-se o + possível para a direita
Veículos de marcha lenta e Pesados, fora das localidades, devem:
• manter a distância minima de 50 metros do veículo precedente, excepto se estiverem a ultrapassar
Sinais que proíbem a ultrapassagem:
O sinal proíbe a ultrapassagem a todos os veículos.
O sinal não proíbe a ultrapassagem de todos os veículos.
Ou seja, os veículos de 2 rodas podem ser ultrapassados, após este sinal.
Nenhum veículo pode ultrapassar, excepto se ultrapassar veículos de 2 rodas.
Exemplo:
1 automóvel não pode ultrapassar outro automóvel.
1 automóvel pode ultrapassar um motociclo simples.
1 motociclo simples não pode ultrapassar um automóvel.
1 motociclo simples pode ultrapassar um ciclomotor de 2 rodas.
O sinal proíbe a ultrapassagem a automóveis pesados.
Só os pesados não podem ultrapassar.
Um ligeiro de mercadorias pode ultrapassar.
O sinal proíbe a ultrapassagem a motociclos e ciclomotores.
Linha continua não proíbe a ultrapassagem.
Posso ultrapassar desde que não pise ou transponha a linha.
Para ultrapassar não é necessário que se tenha que pisar ou transpôr.
Ultrapassagens proibidas:
• nas lombas (X)
• imediatamente antes e nas passagens de nível (X)
• imediatamente antes e nos cruzamentos e entrocamentos (X)
• imediatamente antes e nas passagens para peões
• nas curvas de visibilidade reduzida (X)
• em qualquer local de visibilidade insuficiente
• se não houver largura
• ultrapassar um veículo que ultrapassa um terceiro (X)
Nas situações assinaladas com (X) pode-se ultrapassar se houver mais do que uma fila de trânsito no mesmo sentido, desde que não se use o sentido contrário.
Mudança de direcção
Para a direita:
O condutor deve sinalizar com antecedência, aproximar-se o mais possível do limite direito da faixa de rodagem, e fazer a manobra no menor trajecto possível.
Para a Esquerda, numa via de 2 sentidos:
O condutor deve sinalizar com antecedência, aproximar-se o mais possível do eixo da faixa de rodagem, e fazer a manobra de modo a dar a esquerda à intercessão das 2 vias.
Para a esquerda, numa via de sentido único:
O condutor deve sinalizar com antecedência, aproximar-se o mais possível do limite esquerdo da faixa de rodagem, e fazer a manobra de modo a entrar no seu sentido de trânsito.
Inversão do sentido de marcha
A manobra é proibida:
• nas lombas
• Passagens de nível
• nas curvas de visibilidade reduzida
• em qualquer local de visibilidade insuficiente
• se não houver largura
• Nas Auto-estradas e Vias reservadas a automóveis e motociclos
• Pontes e túneis
• Vias de sentido único
• Se houver intensidade de trânsito
Marcha-atrás
Esta manobra só permitida nas seguintes situações:
• Como manobra auxiliar ou de recurso (estacionar, ceder a passagem num estreitamento, inverter)
• Lentamente
• No menor trajecto possível
A manobra é proibida:
• nas lombas Passagens de nível
• nas curvas de visibilidade reduzida
• em qualquer local de visibilidade insuficiente
• se não houver largura
• Nas Auto-estradas e Vias reservadas a automóveis e motociclos
• Pontes e túneis
• Se houver grande intensidade de trânsito
Resumo das proibições:
Ultrapassagem Inversão Marcha-atrás
Lombas X (*) X X
Passagens de nível X (nem antes) (*) X X
Cruzamentos e entroncamentos X (nem antes) (*) √ √
Passagens para peões X (nem antes) √ √
Curvas de visibilidade reduzida X (*) X X
Em qualquer lugar de visibilidade insuficiente X X X
Se não houver largura X X X
Um veículo que ultrapassa um terceiro X (*) -- --
Auto-estradas e vias equiparadas √ X X
Pontes e túneis √ X X
Vias de sentido único √ X √
Se houver grande intensidade de trânsito √ X X
Legenda:
Nas situações assinaladas com (*) pode-se ultrapassar se houver mais do que uma fila de trânsito no mesmo sentido, desde que não se use o sentido contrário.
Qual a diferença entre fazer um coisa que não se deve, e abusar? O abusar geralmente tem a haver com ultrapassar certos limites.
É verdade que um estacionamento proibido constitui ultrapassar certos limites permitidos. No entanto existem outros limites a partir dos quais a lei considera abuso. Por exemplo, vamos imaginar que um condutor estaciona na via pública correctamente. Tudo bem. A via é pública e podemos fazer uso dela, desde que correctamente. No entanto, se o condutor deixar o veículo a ganhar raizes, i.e., por muitos dias no mesmo sítio, não lhe parece um abuso? O código diz que em situações como esta, o estacionamento passa a ser abusivo a partir do 30º dia.
Como pode ver, nem é necessário que o estacionamento seja proibido para que seja abusivo.
Para o estacionamento ser proibido o veículo deve estar a infringir alguma regra código, nomeadamente os artigos 48, 49, 50, 70 ou 71. Creio que alguns destes artigos não estão ainda publicados. Para ser abusivo é preciso estar estacionado de forma descrita no artigo 163. Para um veículo poder ser bloqueado ou removido, precisa estar mediante certas condições. Às vezes pode ser proibido o estacionamento, e não ser legal remover o veículo.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
CODIGO DA ESTRADA 8
Confusões com a expressão dar a esquerda .....
Ao transitarmos por um rotunda, estamos a contornar a praça pela direita. No entanto ela fica do nosso lado esquerdo, e por isso diz-se que damos a esquerda.
Se pensarem em qual dos braços fica mais próximo da placa, então podem dizer que dão esse braço (lado) à placa.
Se caminharem de mão dada com outra pessoa, e ficarem do lado direito dela, é porque estão a dar a esquerda. Se tivessem que girar em torno dela, deixando essa mão o mais próximo possível dela, estariam a contorná-la pela direita.
Portanto:
• "dar a esquerda" = "contornar pela direita"
• "dar a direita" = "contornar pela esquerda"
Suposição errada:
Muitos alunos ao depararem-se com uma pergunta deste tipo, olham para a imagem e ao verem uma via relativamente estreita e uma placa relativamente larga, concluem de imediato que a via é de sentido único. ERRADO!!
Para saber que a via é de sentido único, tem de haver na questão o seguinte:
• Sinalização que indique isso.
• Palavras que indiquem o mesmo.
Caso contrário, temos que assumir que a via tem dois sentidos.
Geralmente....
Geralmente as perguntas de exame são quase todas do 1º caso. Não quer dizer que.....
Não existam excepções.
Ao transitarmos por um rotunda, estamos a contornar a praça pela direita. No entanto ela fica do nosso lado esquerdo, e por isso diz-se que damos a esquerda.
Se pensarem em qual dos braços fica mais próximo da placa, então podem dizer que dão esse braço (lado) à placa.
Se caminharem de mão dada com outra pessoa, e ficarem do lado direito dela, é porque estão a dar a esquerda. Se tivessem que girar em torno dela, deixando essa mão o mais próximo possível dela, estariam a contorná-la pela direita.
Portanto:
• "dar a esquerda" = "contornar pela direita"
• "dar a direita" = "contornar pela esquerda"
Suposição errada:
Muitos alunos ao depararem-se com uma pergunta deste tipo, olham para a imagem e ao verem uma via relativamente estreita e uma placa relativamente larga, concluem de imediato que a via é de sentido único. ERRADO!!
Para saber que a via é de sentido único, tem de haver na questão o seguinte:
• Sinalização que indique isso.
• Palavras que indiquem o mesmo.
Caso contrário, temos que assumir que a via tem dois sentidos.
Geralmente....
Geralmente as perguntas de exame são quase todas do 1º caso. Não quer dizer que.....
Não existam excepções.
CODIGO DA ESTRADA 7
CONTRA-ORDENAÇÕES
GRAVES
· Álcool ≥ 0,5g/l
· Circular sentido oposto
· Não ceder passagem aos peões
· Não usar luzes quando obrigatório
· Não usar triângulo e luzes de perigo, quando obrigatório
· Não moderar a velocidade quando obrigatório
· Excesso velocidade>20km/h para ligeiros e motociclos; >10km/h para pesados dentro de localidades
· Excesso de velocidade>30km/h para ligeiros e motociclos; >20km/h para pesados nas restantes vias
· Parar e estacionar na berma da A.E ou V.R
· Parar ou estacionar nas passagens para peões
· Transportar as crianças sem os acessórios obrigatórios
· Circular sem seguro obrigatório
· Desrespeitar regras e sinais: ultrapassagem, marcha-atrás, inversão de marcha, cedência de passagem, posição e inicio de marcha, mudança de direcção, atravessamento de passagem de nível
· Usar telemóvel durante a condução
· Desrespeitar as regras de pesados nas A.E´s e V.R´s
MUITO GRAVES
· Condução sob efeito de psicotrópicos
· Álcool ≥ 0,8g/l
· Circular sentido oposto na A.E ou V.R
· Abandono do condutor no local do acidente
· Usar máximos por forma a causar encandeamento
· Na usar luzes quando obrigatório na A.E ou V.R
· Não usar o triângulo e luzes de perigo quando obrigatório na A.E ou V.R
· Pisar ou transpor linha continua (que divide os sentidos)
· Excesso de velocidade>40km/h para ligeiros e motociclos; >20km/h para pesados dentro de localidades
· Excesso de velocidade>60km/h para ligeiros e motociclos; >40km/h para pesados nas restantes vias
· Parar e estacionar na faixa de rodagem da A.E ou V.R
· Parar ou estacionar a menos de 50m de curvas, cruzamentos, rotundas, entroncamentos e lombas de má visibilidade – fora de localidade
· Estacionar à noite na faixa de rodagem – fora de localidade
· Desrespeitar regras e sinais, ultrapassar, marcha-atrás, inversão de marcha, cedência de passagem, posição e inicio de marcha – na A.E ou V.R
· Stop/ luz vermelha/ agente
· Transitar pelas bermas, usar separadores centrais e entrar ou sair pelos locais não adequados, na A.E ou V.R
Conduzir um veiculo sem habilitação na carta de condução.
GRAVES
· Álcool ≥ 0,5g/l
· Circular sentido oposto
· Não ceder passagem aos peões
· Não usar luzes quando obrigatório
· Não usar triângulo e luzes de perigo, quando obrigatório
· Não moderar a velocidade quando obrigatório
· Excesso velocidade>20km/h para ligeiros e motociclos; >10km/h para pesados dentro de localidades
· Excesso de velocidade>30km/h para ligeiros e motociclos; >20km/h para pesados nas restantes vias
· Parar e estacionar na berma da A.E ou V.R
· Parar ou estacionar nas passagens para peões
· Transportar as crianças sem os acessórios obrigatórios
· Circular sem seguro obrigatório
· Desrespeitar regras e sinais: ultrapassagem, marcha-atrás, inversão de marcha, cedência de passagem, posição e inicio de marcha, mudança de direcção, atravessamento de passagem de nível
· Usar telemóvel durante a condução
· Desrespeitar as regras de pesados nas A.E´s e V.R´s
MUITO GRAVES
· Condução sob efeito de psicotrópicos
· Álcool ≥ 0,8g/l
· Circular sentido oposto na A.E ou V.R
· Abandono do condutor no local do acidente
· Usar máximos por forma a causar encandeamento
· Na usar luzes quando obrigatório na A.E ou V.R
· Não usar o triângulo e luzes de perigo quando obrigatório na A.E ou V.R
· Pisar ou transpor linha continua (que divide os sentidos)
· Excesso de velocidade>40km/h para ligeiros e motociclos; >20km/h para pesados dentro de localidades
· Excesso de velocidade>60km/h para ligeiros e motociclos; >40km/h para pesados nas restantes vias
· Parar e estacionar na faixa de rodagem da A.E ou V.R
· Parar ou estacionar a menos de 50m de curvas, cruzamentos, rotundas, entroncamentos e lombas de má visibilidade – fora de localidade
· Estacionar à noite na faixa de rodagem – fora de localidade
· Desrespeitar regras e sinais, ultrapassar, marcha-atrás, inversão de marcha, cedência de passagem, posição e inicio de marcha – na A.E ou V.R
· Stop/ luz vermelha/ agente
· Transitar pelas bermas, usar separadores centrais e entrar ou sair pelos locais não adequados, na A.E ou V.R
Conduzir um veiculo sem habilitação na carta de condução.
CODIGO DA ESTRADA 6
RESPONSABILIDADES
O condutor é responsável pelas infracções ao código da estrada. Nas aulas de condução é responsável pelas infracções é do instrutor, excepto se houver desobediência do instruendo (aluno); no exame de condução a responsabilidade é do examinando (aluno sujeito a exame).
É também responsável pelas infracções praticadas ao Código da Estrada quem faculte a condução a pessoas que se saiba estarem sob a influência de álcool ou psicotrópicos, ou que não estejam habilitadas para a condução.
Responsabilidade civil é aquela que temos perante os outros utentes da via, ou seja, a responsabilidade de fazer o seguro automóvel.
Responsabilidade criminal é aquela que temos perante o código da estrada, ou seja desrespeitar as regras e os sinais do código da estrada
O condutor é responsável pelas infracções ao código da estrada. Nas aulas de condução é responsável pelas infracções é do instrutor, excepto se houver desobediência do instruendo (aluno); no exame de condução a responsabilidade é do examinando (aluno sujeito a exame).
É também responsável pelas infracções praticadas ao Código da Estrada quem faculte a condução a pessoas que se saiba estarem sob a influência de álcool ou psicotrópicos, ou que não estejam habilitadas para a condução.
Responsabilidade civil é aquela que temos perante os outros utentes da via, ou seja, a responsabilidade de fazer o seguro automóvel.
Responsabilidade criminal é aquela que temos perante o código da estrada, ou seja desrespeitar as regras e os sinais do código da estrada
CODIGO DA ESTRADA 5
CRUZAMENTO DE VEÍCULOS
Cruzamento de veículos é a passagem de um veículo por outro na mesma via em sentidos opostos. Devemos encostar o mais à direita possível e moderar a velocidade para fazer o cruzamento com segurança.
Quando estamos numa via estreita cumprimos a sinalização, se existir, ou na ausência de sinalização as regras de cruzamento de veículos, ou seja:
Deve ceder passagem o condutor que tiver que contornar um obstáculo
Deve ceder passagem o condutor que chegar depois do troço quando a via é estreita por natureza ou está obstruída de ambos os lados
Se as distancias forem idênticas cede passagem ou recua, o que tomar iniciativa se forem veículos da mesma categoria.
Deve recuar o veiculo que esta mais próximo do local onde é possível o cruzamento
Se as distancias forem idênticas recua o veículo da categoria inferior ou seja:
· Ligeiro perante pesado
· Pesado mercadorias perante pesado passageiros
· Um veículo perante um conjunto veículos
· Qualquer veiculo perante um prioritário
Nas vias inclinadas:
Cede a passagem o que desce
Recua o que sobe excepto se for mais fácil para o que desce.
Cruzamento de veículos é a passagem de um veículo por outro na mesma via em sentidos opostos. Devemos encostar o mais à direita possível e moderar a velocidade para fazer o cruzamento com segurança.
Quando estamos numa via estreita cumprimos a sinalização, se existir, ou na ausência de sinalização as regras de cruzamento de veículos, ou seja:
Deve ceder passagem o condutor que tiver que contornar um obstáculo
Deve ceder passagem o condutor que chegar depois do troço quando a via é estreita por natureza ou está obstruída de ambos os lados
Se as distancias forem idênticas cede passagem ou recua, o que tomar iniciativa se forem veículos da mesma categoria.
Deve recuar o veiculo que esta mais próximo do local onde é possível o cruzamento
Se as distancias forem idênticas recua o veículo da categoria inferior ou seja:
· Ligeiro perante pesado
· Pesado mercadorias perante pesado passageiros
· Um veículo perante um conjunto veículos
· Qualquer veiculo perante um prioritário
Nas vias inclinadas:
Cede a passagem o que desce
Recua o que sobe excepto se for mais fácil para o que desce.
CODIGO DA ESTRADA4
Em determinados locais, nomeadamente nas intersecções de vias, os veículos cruzam-se entre si dando origem ao que se chama pontos de conflito.
Para regular a ordem de passagem dos veículos, nesses locais podem existir sinais luminosos ou gentes policiais mas, quando isso não é possível, são os próprios condutores que terão que resolver o problema, obedecendo aos sinais gráficos que eventualmente existam nesses locais, ou respeitando as regras da prioridade.
Princípios gerais
O condutor sobre o qual recai o dever de ceder passagem, deve abrandar a marcha, e se necessário para, para permitir a passagem ao outro condutor, sem que esse tenha de alterar a sua velocidade ou direcção.
A cedência de passagem não impõe uma paragem obrigatória mas, em muitos casos, a paragem é mesmo necessária.
O facto de ter prioridade de passagem, não dispensa nenhum condutor de tomar as precauções necessárias à segurança do trânsito.
Qualquer infracção às regras da prioridade de passagem, implica apreensão da carta de condução.
Para regular a ordem de passagem dos veículos, nesses locais podem existir sinais luminosos ou gentes policiais mas, quando isso não é possível, são os próprios condutores que terão que resolver o problema, obedecendo aos sinais gráficos que eventualmente existam nesses locais, ou respeitando as regras da prioridade.
Princípios gerais
O condutor sobre o qual recai o dever de ceder passagem, deve abrandar a marcha, e se necessário para, para permitir a passagem ao outro condutor, sem que esse tenha de alterar a sua velocidade ou direcção.
A cedência de passagem não impõe uma paragem obrigatória mas, em muitos casos, a paragem é mesmo necessária.
O facto de ter prioridade de passagem, não dispensa nenhum condutor de tomar as precauções necessárias à segurança do trânsito.
Qualquer infracção às regras da prioridade de passagem, implica apreensão da carta de condução.
CODIGO DA ESTRADA3
TRAVAGENS BRUSCAS
Salvo em caso de perigo eminente, o condutor não deve diminuir subitamente a velocidade do veículo, sem previamente se certificar de que daí, não resulta perigo para os outros utentes da via, nomeadamente para os condutores que sigam à sua retaguarda.
Nota - Quando tenham que reduzir subitamente a velocidade , por motivo de obstáculo imprevisto ou condições metereológicas especiais, os condutores devem fazer uso dos indicadores de mudança de direcção (pisca-pisca) em simultâneo.
Salvo em caso de perigo eminente, o condutor não deve diminuir subitamente a velocidade do veículo, sem previamente se certificar de que daí, não resulta perigo para os outros utentes da via, nomeadamente para os condutores que sigam à sua retaguarda.
Nota - Quando tenham que reduzir subitamente a velocidade , por motivo de obstáculo imprevisto ou condições metereológicas especiais, os condutores devem fazer uso dos indicadores de mudança de direcção (pisca-pisca) em simultâneo.
CODIGO DA ESTRADA2
O trânsito de veículos nas vias públicas, deve fazer-se com velocidade adequadamente moderada nos seguintes locais:
Na aproximação de passagens assinaladas para a travessia de peões.
Junto de escolas, creches, hospitais e estabelecimentos similares, quando devidamente sinalizados.
Nas localidades ou vias ladeadas por edifícios.
Na aproximação de aglomerações de pessoas ou animais.
Mas descidas de forte inclinação.
Nas curvas, cruzamentos, entroncamentos e lombas de estrada de visibilidade reduzida.
Onde o pavimento esteja em mau estado de conservação, molhado, enlameado ou que ofereça precárias condições de aderência ou de visibilidade.
Na presença de um sinal de perigo.
Nas pontes, túneis e passagens de nível.
Na aproximação de passagens assinaladas para a travessia de peões.
Junto de escolas, creches, hospitais e estabelecimentos similares, quando devidamente sinalizados.
Nas localidades ou vias ladeadas por edifícios.
Na aproximação de aglomerações de pessoas ou animais.
Mas descidas de forte inclinação.
Nas curvas, cruzamentos, entroncamentos e lombas de estrada de visibilidade reduzida.
Onde o pavimento esteja em mau estado de conservação, molhado, enlameado ou que ofereça precárias condições de aderência ou de visibilidade.
Na presença de um sinal de perigo.
Nas pontes, túneis e passagens de nível.
CODIGO DA ESTRADA
TEMPO DE REAÇÃO
Na condução e de uma forma simples designa-se por tempo de reacção o
tempo que decorre entre a percepção (identificação) de um estímulo e o
momento em que o condutor inicia a resposta a esse estímulo, accionando o
respectivo comando do veículo.
Embora os condutores tenham a sensação de reagir instantaneamente, de
facto, entre o "ver" e o "agir" decorre, num condutor em situações e condições
normais, o tempo aproximado de 3/4 de segundo a 1 segundo. Este é o tempo
necessário para detectar o estímulo através dos sentidos (na condução o
sentido mais utilizado é a visão e depois a audição), identificá-lo, analisá-lo,
decidir qual a resposta mais adequada e o início da concretização dessa
resposta.
Vejamos no caso de um estímulo visual:
o
O olho capta o estímulo;
o
A informação é transmitida ao cérebro que, com recurso essencialmente à
memória, experiência e conhecimentos do condutor, a identifica, analisa,
decide e dá ordem aos músculos para agir;
o
Os músculos “cumprem” as ordens do cérebro e dão início à acção.
Exemplo, no caso de surgir
um obstáculo
em que se torne necessário
travar
Tempo de reacção
O condutor vê o obstáculo
Iniciaaacção
3/4desegundoa1
segundo
(emcondiçõesnormais)
O cérebro identifica, analisa, decide e comanda
Importa diferenciar, desde já, tempo de reacção e acto reflexo. Existem
estímulos aos quais respondemos sem previamente terem sido percepcionados
– é a chamada resposta reflexa. Contrariamente ao que é comum pensar-se, a
esmagadora maioria das acções de resposta a uma dada situação de trânsito
não são respostas reflexas. É, portanto, falso dizer que alguém é um óptimo
condutor só porque tem bons reflexos.
O tempo de reacção que depende, essencialmente:
do estado físico e psicológico do condutor;
da complexidade do estímulo percebido e da presença simultânea de
vários estímulos. Quanto mais complexo for o estímulo percebido maior
será o tempo de reacção assim como este aumentará na presença de
vários estímulos concomitantes;
das experiências similares já vividas pelo indivíduo. Se os estímulos
identificados já forem “familiares” o tempo de reacção poderá ser menor.
é um dos factores mais importantes na condução e pode ser influenciado
negativamente por diversos factores.
Vejamos alguns dos principais factores inerentes aos condutores, os chamados
factores internos ou intrínsecos, que levam ao aumento do tempo de reacção;
a presença de álcool no sangue que decorre da ingestão de bebidas
alcoólicas. O aumento do tempo de reacção é tanto maior quanto mais
elevada for a TAS;
o estado de fadiga e de sonolência;
a “toma” de alguns medicamentos que actuam a nível do sistema nervoso
como antipsicóticos, ansiolíticos, hipnóticos, sedativos , antidepressivos e
outros psicitópicos, assim como vários medicamentos de venda livre,
considerados geralmente inócuos, como analgésicos, xaropes antitússicos,
anti-histamínicos, antigripais, etc., muitas vezes automedicados;
estados de doença e estados emocionais fortes como o stress, a tristeza, a
euforia, a preocupação, etc.;
a progressão da idade;
o uso de telemóvel durante a condução.
ATENÇÃO
É normal que pessoas diferentes tenham tempos de reacção diferentes. O
maior perigo sobrevém da variação do tempo de reacção na mesma pessoa,
por efeito de diversos factores como os que atrás se referiram, especialmente
quando não existe consciência dessas alterações.
Na condução e de uma forma simples designa-se por tempo de reacção o
tempo que decorre entre a percepção (identificação) de um estímulo e o
momento em que o condutor inicia a resposta a esse estímulo, accionando o
respectivo comando do veículo.
Embora os condutores tenham a sensação de reagir instantaneamente, de
facto, entre o "ver" e o "agir" decorre, num condutor em situações e condições
normais, o tempo aproximado de 3/4 de segundo a 1 segundo. Este é o tempo
necessário para detectar o estímulo através dos sentidos (na condução o
sentido mais utilizado é a visão e depois a audição), identificá-lo, analisá-lo,
decidir qual a resposta mais adequada e o início da concretização dessa
resposta.
Vejamos no caso de um estímulo visual:
o
O olho capta o estímulo;
o
A informação é transmitida ao cérebro que, com recurso essencialmente à
memória, experiência e conhecimentos do condutor, a identifica, analisa,
decide e dá ordem aos músculos para agir;
o
Os músculos “cumprem” as ordens do cérebro e dão início à acção.
Exemplo, no caso de surgir
um obstáculo
em que se torne necessário
travar
Tempo de reacção
O condutor vê o obstáculo
Iniciaaacção
3/4desegundoa1
segundo
(emcondiçõesnormais)
O cérebro identifica, analisa, decide e comanda
Importa diferenciar, desde já, tempo de reacção e acto reflexo. Existem
estímulos aos quais respondemos sem previamente terem sido percepcionados
– é a chamada resposta reflexa. Contrariamente ao que é comum pensar-se, a
esmagadora maioria das acções de resposta a uma dada situação de trânsito
não são respostas reflexas. É, portanto, falso dizer que alguém é um óptimo
condutor só porque tem bons reflexos.
O tempo de reacção que depende, essencialmente:
do estado físico e psicológico do condutor;
da complexidade do estímulo percebido e da presença simultânea de
vários estímulos. Quanto mais complexo for o estímulo percebido maior
será o tempo de reacção assim como este aumentará na presença de
vários estímulos concomitantes;
das experiências similares já vividas pelo indivíduo. Se os estímulos
identificados já forem “familiares” o tempo de reacção poderá ser menor.
é um dos factores mais importantes na condução e pode ser influenciado
negativamente por diversos factores.
Vejamos alguns dos principais factores inerentes aos condutores, os chamados
factores internos ou intrínsecos, que levam ao aumento do tempo de reacção;
a presença de álcool no sangue que decorre da ingestão de bebidas
alcoólicas. O aumento do tempo de reacção é tanto maior quanto mais
elevada for a TAS;
o estado de fadiga e de sonolência;
a “toma” de alguns medicamentos que actuam a nível do sistema nervoso
como antipsicóticos, ansiolíticos, hipnóticos, sedativos , antidepressivos e
outros psicitópicos, assim como vários medicamentos de venda livre,
considerados geralmente inócuos, como analgésicos, xaropes antitússicos,
anti-histamínicos, antigripais, etc., muitas vezes automedicados;
estados de doença e estados emocionais fortes como o stress, a tristeza, a
euforia, a preocupação, etc.;
a progressão da idade;
o uso de telemóvel durante a condução.
ATENÇÃO
É normal que pessoas diferentes tenham tempos de reacção diferentes. O
maior perigo sobrevém da variação do tempo de reacção na mesma pessoa,
por efeito de diversos factores como os que atrás se referiram, especialmente
quando não existe consciência dessas alterações.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
frASE6
O problema com o mundo é que os estúpidos são excessivamente confiantes, e os inteligentes são cheios de dúvidas.
frASE4
Se soubermos que um obstáculo é intransponível, deixa de ser um obstáculo para se tornar um ponto de partida.
frASE3
Quem ama a fama faz a sua felicidade depender dos outros; quem ama o prazer faz a sua felicidade depender das suas próprias sensações; quem é inteligente faz a sua felicidade depender dos seus próprios actos.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
evento a NÃO PERDER
ECLIPS - Tributo a Pink Floyd
Sábado, 25 de Setembro de 2010 às 21:30
Cidade Romana de Ammaia
Sábado, 25 de Setembro de 2010 às 21:30
Cidade Romana de Ammaia
PERSONALIDADES PORTUGUESAS
José Régio, pseudónimo de José Maria dos Reis Pereira, (Vila do Conde, 17 de Setembro de 1901 — Vila do Conde, 22 de Dezembro de 1969) foi um escritor português, que viveu grande parte da sua vida na cidade de Portalegre (de 1928 a 1967). É irmão de Júlio Maria dos Reis Pereira (pintor, poeta e engenheiro).
SERIES
O ACTOR MICHAEL LANDON FALECECEU EM TENRA IDADE. MAS DEIXOU GRANDES MEMÓRIAS.
UM ANJO NA TERRA,CASA NA PRADARIA...ETC...
UM ANJO NA TERRA,CASA NA PRADARIA...ETC...
evento
SERÁ QUE ALGUM BAR OU ENTIDADE SE IMPORTAVA DE PROMOVER UMA FESTA TEMATICA COM BANDAS DE POWER METAL E GÓTICO?
CRITICA8
...ACABOU A TINTA PARA PINTAR O PAVIMENTO? É QUE NEM ME LEMBRO DE ALGUM DIA TER VISTO MARCAS RODOVIÁRIAS NA ZONA INDUSTRIAL...
CRITICA4
PORQUE RAZÃO SE AUTUA QUEM NÃO PAGA A TAXA QUE REVERTE A FAVOR DA CAMARA,E SE PERDOA QUEM ESTACIONA O VEICULO EM CIMA DE PASSEIOS?
CRITICA3
PORQUE É QUE NOS ASSENTOS SE PODEM INFRINGIR REGRAS DE ESTACIONAMENTO? INCLUINDO VEICULOS ESTACIONADOS EM CONTRA MÃO?
A ERA DA LIXA
ESTAMOS NA ERA DA LIXA. É SÓ CRITICAS,FISCALIZAÇÕES E MULTAS...MULTAS NÃO POSSO PASSAR MAS VOU TOCAR EM BREVE NA FERIDAS DA NOSSA SOCIEDADE. AGUENTE-SE QUEM PUDER.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
NUMEROLOGIA 3
Em resumo:
0 - Amor imanifestado
1 e 7 - Números da Mente; elemento Ar
2 e 6 - Números das Emoções; elemento Água
3 e 5 - Números do Espírito; elemento Fogo
4 e 8 - Números da Matéria, elemento Terra.
9 - Amor manifestado
Tudo começa e acaba com o Amor.
Existem números incompatíveis?
Dado que cada número possui uma energia própria, todas elas diferentes, algumas mais próximas e outras mais afastadas, a convivência de algumas energias não é, por isso mesmo, totalmente pacífica, podendo mesmo dizer-se que existem números compatíveis entre si, outros que são incompatíveis e ainda outros que são indiferentes.
Números compatíveis:
1 com 3, 5 e 9
2 com 4 e 6
3 com 1, 5 e 6
4 com 2, 6 e 8
5 com 1, 3 e 9
6 com 2, 4, 8 e 9
8 com 4 e 6
9 com 1, 3, 5, 6 e 9
Números incompatíveis:
1 e 6
2 e 5
3 e 4
4 e 5
6 e 7
5 e 6
7 e 8
9 e 4
Outras relações não referenciadas, representam situações isentas de compatibilidades ou incompatibilidades específicas.
A energia a que chamamos Número de Vida é a principal responsável pela compatibilidade e incompatibilidade entre as pessoas. Este Número é calculado pela soma de todos os elementos que constituem a data de nascimento, ou seja, dia, mês e ano. A redução a um dígito final é feita pelo método das “adições sucessivas”, ou seja, os algarismos que compõem cada resultado da adição anterior, vão sendo sucessivamente adicionados, até que se obtenha apenas um dígito.
Exemplo de cálculo do Número de vida:
Data de Nascimento - 31 de Dezembro de 1976
Para calcular o Número de vida:
31 + 12 + 1977 = 3 + 1 + 1 + 2 + 1 + 9 + 7 + 7 = 31 = 3 + 1 = 4
Dia Mês Ano
Neste caso, o Número de vida é representado pela vibração 4. Uma pessoa nesta situação terá dificuldade em ter uma relação harmoniosa com pessoas que possuam 3, 5 ou 9 como Número de Vida, seja em termos profissionais ou afectivos. Em contrapartida, terá facilidade e prazer em se relacionar com pessoas que possuam 2, 6 ou 8 como Número de Vida. Com pessoas possuindo 1 e 7 como Número de Vida, uma vez que não existe nenhuma referência em especial nas tabelas acima, a relação será de indiferença e algum distanciamento.
Desta forma, calculando os Números de Vida e comparando com as tabelas acima referidas, poderá verificar-se a maior ou menor facilidade de relacionamento entre pessoas.
Como uso a data de nascimento em Numerologia?
A data de nascimento representa a proposta de vida que o Universo nos proporciona, os seus números, o pó de estrelas que a nossa alma traz ao encarnar.
Como qualquer data, é composta por dia, mês e ano. Todos estes componentes fornecem informações preciosas e irão ser usados para tirar várias conclusões, as quais constituem uma parte importante da análise númerológica individual. Assim, a partir da data de nascimento podemos retirar as seguintes informações:
- Vibração do Dia de nascimento, que fornece indicações básicas sobre a natureza e o carácter e que pode orientar na escolha de um curso, profissão ou modo de vida.
- Via da Missão, que mostra o caminho pelo qual deveremos caminhar a fim de cumprir aquilo para que nascemos.
- Número de Vida, que representa o grande cenário onde a nossa vida se desenrola. Positivando este número, estaremos a entrar em sintonia com a nossa natureza, facilitando o cumprimento da nossa missão.
- Desafios, que são os pontos fracos com que nascemos e que teremos de trabalhar ao longo da vida.
- Anos, meses, semanas, dias e horas pessoais, que fornecem a vibração pessoal para cada ano, mês, semana e dia de calendário, bem como das horas do dia, facilitando assim, não só a compreensão do que nos acontece, mas também fornecendo a informação sobre a energia a desenvolver em cada momento.
- Ciclos de vida, que indicam as vibrações que governam as várias fases da vida, ajudando a perceber o que se sente em cada uma e orientando para as escolhas e decisões mais adequadas.
- Heranças cármicas, que dão informação sobre as aprendizagens ou dificuldades que se trazem da vida ou vidas energeticamente mais próximas da actual.
Todos estes cálculos fornecem informações que não são susceptíveis de modificações, uma vez que se referem à data de nascimento. As características e condições identificadas, poderão, no entanto, ser ajustadas e transformadas, através de um trabalho consciente de evolução pessoal.
0 - Amor imanifestado
1 e 7 - Números da Mente; elemento Ar
2 e 6 - Números das Emoções; elemento Água
3 e 5 - Números do Espírito; elemento Fogo
4 e 8 - Números da Matéria, elemento Terra.
9 - Amor manifestado
Tudo começa e acaba com o Amor.
Existem números incompatíveis?
Dado que cada número possui uma energia própria, todas elas diferentes, algumas mais próximas e outras mais afastadas, a convivência de algumas energias não é, por isso mesmo, totalmente pacífica, podendo mesmo dizer-se que existem números compatíveis entre si, outros que são incompatíveis e ainda outros que são indiferentes.
Números compatíveis:
1 com 3, 5 e 9
2 com 4 e 6
3 com 1, 5 e 6
4 com 2, 6 e 8
5 com 1, 3 e 9
6 com 2, 4, 8 e 9
8 com 4 e 6
9 com 1, 3, 5, 6 e 9
Números incompatíveis:
1 e 6
2 e 5
3 e 4
4 e 5
6 e 7
5 e 6
7 e 8
9 e 4
Outras relações não referenciadas, representam situações isentas de compatibilidades ou incompatibilidades específicas.
A energia a que chamamos Número de Vida é a principal responsável pela compatibilidade e incompatibilidade entre as pessoas. Este Número é calculado pela soma de todos os elementos que constituem a data de nascimento, ou seja, dia, mês e ano. A redução a um dígito final é feita pelo método das “adições sucessivas”, ou seja, os algarismos que compõem cada resultado da adição anterior, vão sendo sucessivamente adicionados, até que se obtenha apenas um dígito.
Exemplo de cálculo do Número de vida:
Data de Nascimento - 31 de Dezembro de 1976
Para calcular o Número de vida:
31 + 12 + 1977 = 3 + 1 + 1 + 2 + 1 + 9 + 7 + 7 = 31 = 3 + 1 = 4
Dia Mês Ano
Neste caso, o Número de vida é representado pela vibração 4. Uma pessoa nesta situação terá dificuldade em ter uma relação harmoniosa com pessoas que possuam 3, 5 ou 9 como Número de Vida, seja em termos profissionais ou afectivos. Em contrapartida, terá facilidade e prazer em se relacionar com pessoas que possuam 2, 6 ou 8 como Número de Vida. Com pessoas possuindo 1 e 7 como Número de Vida, uma vez que não existe nenhuma referência em especial nas tabelas acima, a relação será de indiferença e algum distanciamento.
Desta forma, calculando os Números de Vida e comparando com as tabelas acima referidas, poderá verificar-se a maior ou menor facilidade de relacionamento entre pessoas.
Como uso a data de nascimento em Numerologia?
A data de nascimento representa a proposta de vida que o Universo nos proporciona, os seus números, o pó de estrelas que a nossa alma traz ao encarnar.
Como qualquer data, é composta por dia, mês e ano. Todos estes componentes fornecem informações preciosas e irão ser usados para tirar várias conclusões, as quais constituem uma parte importante da análise númerológica individual. Assim, a partir da data de nascimento podemos retirar as seguintes informações:
- Vibração do Dia de nascimento, que fornece indicações básicas sobre a natureza e o carácter e que pode orientar na escolha de um curso, profissão ou modo de vida.
- Via da Missão, que mostra o caminho pelo qual deveremos caminhar a fim de cumprir aquilo para que nascemos.
- Número de Vida, que representa o grande cenário onde a nossa vida se desenrola. Positivando este número, estaremos a entrar em sintonia com a nossa natureza, facilitando o cumprimento da nossa missão.
- Desafios, que são os pontos fracos com que nascemos e que teremos de trabalhar ao longo da vida.
- Anos, meses, semanas, dias e horas pessoais, que fornecem a vibração pessoal para cada ano, mês, semana e dia de calendário, bem como das horas do dia, facilitando assim, não só a compreensão do que nos acontece, mas também fornecendo a informação sobre a energia a desenvolver em cada momento.
- Ciclos de vida, que indicam as vibrações que governam as várias fases da vida, ajudando a perceber o que se sente em cada uma e orientando para as escolhas e decisões mais adequadas.
- Heranças cármicas, que dão informação sobre as aprendizagens ou dificuldades que se trazem da vida ou vidas energeticamente mais próximas da actual.
Todos estes cálculos fornecem informações que não são susceptíveis de modificações, uma vez que se referem à data de nascimento. As características e condições identificadas, poderão, no entanto, ser ajustadas e transformadas, através de um trabalho consciente de evolução pessoal.
NUMEROLOGIA 2
O 6 é a consciência dos afectos que nos ligam uns aos outros e que nos fazem sedentarizar, parar e fixar-nos a locais, pessoas e vivências. É a saída da adolescência para acasalar, ter filhos e amá-los, amando igualmente os pares que se encontram no mesmo patamar afectivo.
Porém, os afectos não são suficientes para alimentar a Vida. O 7 é a consciência da mente, é a utilização consciente e deliberada da actividade mental como suporte da vida.
No 8 encontramos a utilização da mente na realização material, representando a grande actividade na dinâmica do mundo e na maturidade emocional que a idade adulta nos traz.
Finalmente, o 9 representa a noção de que tudo o que existe tem de funcionar com uma energia fundamental e que essa energia é o Amor. Assim, o Amor divino que criou a vida manifestando-se na matéria, está aqui presente, trazendo para o mundo o Amor que o criou.
Porém, os afectos não são suficientes para alimentar a Vida. O 7 é a consciência da mente, é a utilização consciente e deliberada da actividade mental como suporte da vida.
No 8 encontramos a utilização da mente na realização material, representando a grande actividade na dinâmica do mundo e na maturidade emocional que a idade adulta nos traz.
Finalmente, o 9 representa a noção de que tudo o que existe tem de funcionar com uma energia fundamental e que essa energia é o Amor. Assim, o Amor divino que criou a vida manifestando-se na matéria, está aqui presente, trazendo para o mundo o Amor que o criou.
NUMEROLOGIA 1
1. Qual o significado dos números?
Os números raíz vão de 0 a 9, pois todos os outros se podem reduzir a eles. 0 e 9 possuem algo em comum, pois o 9 é reduzido a 0 nas operações da chamada “prova dos nove”; existe, portanto, alguma equivalência entre os dois. Entre um e o outro, surgem os restantes. O 0 é o NADA ABSOLUTO, funcionando com uma energia que está imanifestada, o Amor divino que se irá manifestar na criação da Vida.
E surge assim o 1 como a manifestação primária dessa energia, simbolizando o indivíduo que nasce e se apresenta à vida.
O 2 representa a dualidade, ou seja, o eu e o outro, o eterno jogo dos reflexos de nós nos outros e dos outros em nós. É a criança que percebe a diferença entre ela mesma e os que a rodeiam.
O 3 é a energia da criança que descobre que, além de si mesma e dos outros, existe o mundo que a todos rodeia. Ele simboliza a expansão, a ligação do eu e do outro à Natureza e a tudo o que está à nossa volta, a procura desse mundo vasto, o nomadismo aventureiro e criativo.
O 4 representa o crescimento da criança que vai ter de se submeter a regras e disciplina, que vai ter de estabilizar a sua ligação com o mundo material e organizar essa mesma relação. É o sedentarismo, a paragem para trabalhar e criar estruturas.
O 5 é o grito da liberdade dessa ligação, quando tornada pesada e doentia. É a procura do conhecimento da vastidão do mundo, é a rebelião do espírito nómada que quer conhecer mais e mais. É o adolescente que quebra as regras porque quer ser livre para criar as suas próprias regras.
Os números raíz vão de 0 a 9, pois todos os outros se podem reduzir a eles. 0 e 9 possuem algo em comum, pois o 9 é reduzido a 0 nas operações da chamada “prova dos nove”; existe, portanto, alguma equivalência entre os dois. Entre um e o outro, surgem os restantes. O 0 é o NADA ABSOLUTO, funcionando com uma energia que está imanifestada, o Amor divino que se irá manifestar na criação da Vida.
E surge assim o 1 como a manifestação primária dessa energia, simbolizando o indivíduo que nasce e se apresenta à vida.
O 2 representa a dualidade, ou seja, o eu e o outro, o eterno jogo dos reflexos de nós nos outros e dos outros em nós. É a criança que percebe a diferença entre ela mesma e os que a rodeiam.
O 3 é a energia da criança que descobre que, além de si mesma e dos outros, existe o mundo que a todos rodeia. Ele simboliza a expansão, a ligação do eu e do outro à Natureza e a tudo o que está à nossa volta, a procura desse mundo vasto, o nomadismo aventureiro e criativo.
O 4 representa o crescimento da criança que vai ter de se submeter a regras e disciplina, que vai ter de estabilizar a sua ligação com o mundo material e organizar essa mesma relação. É o sedentarismo, a paragem para trabalhar e criar estruturas.
O 5 é o grito da liberdade dessa ligação, quando tornada pesada e doentia. É a procura do conhecimento da vastidão do mundo, é a rebelião do espírito nómada que quer conhecer mais e mais. É o adolescente que quebra as regras porque quer ser livre para criar as suas próprias regras.
COMPORTAMENTO E GESTOS
Territórios e demarcações
• Esparramar objetos em torno de si - Uma pessoa que coloca pastas, objetos pessoais, sacolas de compras etc, à sua volta, está ampliando seu alcance e tenta ganhar mais território.
• Divisão de território sobre a mesa Posição competitiva, defensiva - A mesa funciona como uma barreira sólida de proteção para os dos lados que inconscientemente dividem a mesa em duas metades. Pode comunicar uma posição distante ou independente dos lados. Tendem a rejeitar a invasão do território próprio. Numa mesa de restaurante, duas pessoas competitivas tenderão a demarcar suas fronteiras com o copo, guardanapo, talheres, cinzeiro, etc.
Gestos gerais
• Gestos cruzados - De qualquer tipo, braços ou pernas, é sempre um gesto de confinamento, de proteção, um modo de fechar o circuito e bloquear a comunicação.
• Gestos vagarosos e deliberados - Essa pessoa está se acalmando, controlando as idéias antes de atacar um ponto com firmeza. É um planejador.
• Falta de movimento - Uma pessoa que mantém o corpo imóvel procura se internar em si mesma, esperando que ninguém repare nela, ou também pode estar ouvindo ou planejando silenciosamente. Pode ainda estar cauteloso ou de olho no cargo que você ocupa. Essa pessoa precisa ser olhada com cuidado.
• Gestos abertos e fechados - Geralmente os gestos abertos são confiantes, enquanto os fechados indicam corte e retraimento.
• Virar de frente e virar de costas - Mesmo que apenas uma parte do corpo, os ombros por exemplo, vire para você, significa que você está sendo incluído na conversa ou na situação. No entanto, se a pessoa lhe voltar as costas, indica exclusão.
• Erguer a cabeça - Manter a cabeça erguida é um sinal de interesse, de estar aberto e receptivo à opinião dos outros.
• Ilustrar com objetos ou com o corpo - Se alguém usa objetos sobre a mesa para sublinhar alguma coisa que está dizendo, é do tipo expansivo e sabe o que quer, mesmo que tente não se envolver muito. Essas pessoas são realistas, não são sonhadoras. Se usam os dedos e as mãos para ilustrar, estão próximas das idéias, alimentando-as, acalentando-as e tentando tocá-las. Possuem um modo bem pessoal de ver as coisas.
• Encostar-se em alguma coisa - Esta pessoa precisa de contato com seu ambiente e sente conforto em estar com outras.
• Inclinar-se para frente e encostar-se na cadeira - Aproximar o corpo pode significar um gesto de amizade ou interesse (fale-me mais). Encostar-se na cadeira indica diminuição de interesse (deixe-me pensar no que voce acabou de dizer).
• Evitar troca de olhares - As pessoas que reagem desta forma são inseguras de si mesmas e estão com medo de você.
• Esparramar objetos em torno de si - Uma pessoa que coloca pastas, objetos pessoais, sacolas de compras etc, à sua volta, está ampliando seu alcance e tenta ganhar mais território.
• Divisão de território sobre a mesa Posição competitiva, defensiva - A mesa funciona como uma barreira sólida de proteção para os dos lados que inconscientemente dividem a mesa em duas metades. Pode comunicar uma posição distante ou independente dos lados. Tendem a rejeitar a invasão do território próprio. Numa mesa de restaurante, duas pessoas competitivas tenderão a demarcar suas fronteiras com o copo, guardanapo, talheres, cinzeiro, etc.
Gestos gerais
• Gestos cruzados - De qualquer tipo, braços ou pernas, é sempre um gesto de confinamento, de proteção, um modo de fechar o circuito e bloquear a comunicação.
• Gestos vagarosos e deliberados - Essa pessoa está se acalmando, controlando as idéias antes de atacar um ponto com firmeza. É um planejador.
• Falta de movimento - Uma pessoa que mantém o corpo imóvel procura se internar em si mesma, esperando que ninguém repare nela, ou também pode estar ouvindo ou planejando silenciosamente. Pode ainda estar cauteloso ou de olho no cargo que você ocupa. Essa pessoa precisa ser olhada com cuidado.
• Gestos abertos e fechados - Geralmente os gestos abertos são confiantes, enquanto os fechados indicam corte e retraimento.
• Virar de frente e virar de costas - Mesmo que apenas uma parte do corpo, os ombros por exemplo, vire para você, significa que você está sendo incluído na conversa ou na situação. No entanto, se a pessoa lhe voltar as costas, indica exclusão.
• Erguer a cabeça - Manter a cabeça erguida é um sinal de interesse, de estar aberto e receptivo à opinião dos outros.
• Ilustrar com objetos ou com o corpo - Se alguém usa objetos sobre a mesa para sublinhar alguma coisa que está dizendo, é do tipo expansivo e sabe o que quer, mesmo que tente não se envolver muito. Essas pessoas são realistas, não são sonhadoras. Se usam os dedos e as mãos para ilustrar, estão próximas das idéias, alimentando-as, acalentando-as e tentando tocá-las. Possuem um modo bem pessoal de ver as coisas.
• Encostar-se em alguma coisa - Esta pessoa precisa de contato com seu ambiente e sente conforto em estar com outras.
• Inclinar-se para frente e encostar-se na cadeira - Aproximar o corpo pode significar um gesto de amizade ou interesse (fale-me mais). Encostar-se na cadeira indica diminuição de interesse (deixe-me pensar no que voce acabou de dizer).
• Evitar troca de olhares - As pessoas que reagem desta forma são inseguras de si mesmas e estão com medo de você.
COMPORTAMENTO E GESTOS
ATITUDE DE PONDERAÇÃO
1 - Colocação da mão no rosto;
2 - Cabeça inclinada;
3 - Coçar o queixo;
4 - Olhar por cima dos óculos;
5 - Retirar os óculos para limpar;
6 - Morder as hastes dos óculos e
7 - Agarrar o nariz com os dois dedos .
ATITUDE DE FRUSTRAÇÃO
1 - Respiração curta;
2 - Mãos muito apertadas;
3 - Punhos cerrados;
4 - Passar as mãos nos cabelos e
5 - Coçar a nuca .
ATITUDE DE INSEGURANÇA
1 - Morder o lápis;
2 - Esfregar um polegar no outro ;
3 - Roer as unhas e
4 - Mãos nos bolsos .
ATITUDE DE CONFIANÇA
1 - Mãos atrás das costas;
2- Mãos nos bolsos do paletó com os dedos polegares para fora ;
3 - Mãos segurando a lapela do paletó .
ATITUDE DE MEDITAÇÃO
1 - A face palmar do indicador pode apoiar - se totalmente sobre os lábios ou sobre o mento e a face palmar do polegar apóia - se sobre a região do ângulo da mandíbula .
GESTO DE ÓDIO E DE ABOMINAÇÃO
1 - Os dedos estão separados uns dos outros, com as últimas falanges encurvadas em ângulo reto , enquanto as outras falanges estão em extensão e tomam o aspecto de garras .
ATITUDE DE NERVOSISMO
1 - Tosse seca;
2 - Suspiro , assovio ;
3 - Compulsão para fumar ;
4 - Desviar o olhar ;
5 - Torcer as mãos ;
6 - Suor .
ATITUDE DE COOPERAÇÃO
1 - Sentar na beirada da cadeira ;
2 - Inclinação do corpo para frente ;
3 - Mãos espalmadas ;
4 - Desabotoamento do paletó e
5 - Cabeça inclinada .
Dedos
• Contar nos Dedos - pessoa lógica e sensata, separando os fatos na mente ao apresentá-los.
• Contar a partir do Polegar - indica uma apresentação forçada.
• Contar a partir do Dedo Mínimo - Um meio mais suave de transmitir suas idéias.
• Manter os Dedos esticados enquanto conta - pessoa que tem planos bem claros e sabe onde quer chegar com eles.
• Apontar um dedo- a pessoa esta afirmando sua autoridae ou ilustrando um fato.
• Abanar o dedo- Isto é uma ameaça: ele ou ela, o vê com hostilidae e está lhe passando uma repreensão.
• Polegares - indicam força de caráter e personalidade e são utilizados para demonstrar domínio, superioridade ou até agressão.
Ex.: Em minha humilde opinião "(apontando o polegar para o peito)...".
Demonstração de atitude de superioridade
Sinal duplo com atitude negativa ou defensiva (braços cruzados) mais a atitude de superioridade (polegares para cima). Pode ser entendido também como demonstração de autoconfiança (polegares para cima) com os braços cruzados, sensação de proteção.
Mãos
• Mãos sobre a mesa -Dedicado aos negócios. Querendo negociar. "Vamos direto ao assunto.
Demonstração de sinceridade e honestidade (braços abertos, mãos abertas e palmas para cima)
• Mãos juntas sobre o colo ou estômago - Um gesto de proteção.
• Mãos nos quadris - Provocativo ou duro. Entretido ou ansioso para entrar no assunto principal. Esse gesto também pode indicar antagonismo ou desafio.
• Mãos nos bolsos - Estar em contato com o próprio corpo. Ter as mãos enfiadas num pequeno vão é reconfortador. Busca de equilíbrio frente a uma possível insegurança.
Aperto de mão
• Assumindo o controle - a palma da mão voltada diretamente para o chão
Quando você diz, corporalmente, à outra pessoa, que deseja assumir o controle no encontro que se seguirá. Não é necessário que a palma da mão esteja voltada diretamente para o chão, mas ela deve estar inclinada em relação à palma da mão da outra pessoa.
• Desarmando um aperto de mão e assumindo o controle - (segurar as costas da mão próximo ao pulso) Essa atitude pode ser embaraçosa para o dominador, assim deve ser tomada com precaução e discrição.
• Concedendo o controle - (palma da mão voltada para cima) Quando você deseja entregar o controle à pessoa ou fazer com que ela sinta que está no comando da situação.
• O igual - Aperto de mão firme, com as duas palmas permanecendo na posição vertical, cada uma das pessoas transmitindo sentimento de respeito e harmonia à outra.
• Aperto de mão com invasão de território - (uso da mão esquerda segurando o braço)
A mão esquerda de quem toma a iniciativa do aperto de mão representa uma invasão da zona íntima do receptor.
Expectativas positivas
Ex.: Chefe, acabamos de conseguir um grande pedido.
Ex.: O garçom que se aproxima do cliente, após o jantar, esfregando as palmas das mãos e perguntando: "Algo mais, senhor?", está dizendo que está esperando pela gorjeta.
Mãos no rosto
Quando uma pessoa usa um dos gestos de mão no rosto, um pensamento negativo penetrou em sua mente e poderá representar dúvida, falsidade, incerteza, exagero, apreensão ou mentira.
• A proteção da boca - Reprimindo as palavras falsas que estão sendo ditas. Este gesto da boca também pode ser representado por dedos colocados sobre a boca ou pela mão fechada, porém com o mesmo significado.
• O toque do nariz - Controlando um pensamento negativo ou uma mentira. Pode ser uma ligeira esfregada ou um toque rápido e quase imperceptível. A mentira causa formigamento nos delicados terminais nervosos do nariz, provocando o toque no nariz.
• Esfregar o olho - Tentativa de bloquear a falsidade, dúvida ou mentira que vê, ou evitar olhar o rosto da pessoa para quem está contando a mentira. Neste último caso, olha-se para o lado ou para o chão.
• Esfregar a orelha - Tentativa do ouvinte de bloquear as palavras ouvidas, colocando a mão ao redor e sobre a orelha. Variações: esfregar a parte de trás da orelha, o dedo indicador puxando o lóbulo da orelha ou dobrando-a para frente.
• Tédio (mão apoiando o rosto) - Demonstra falta de interesse, tédio. Quando forem sinais emitidos pelo ouvinte.
• Avaliação interessante - A avaliação é demonstrada pela mão fechada sobre a face, mas sem servir de apoio para a cabeça, mas o dedo indicador apontado para cima.
• Tomada de decisão - O gesto de esfregar o queixo é um sinal de que o ouvinte está tomando uma decisão.
Mãos e braços
• Mão entrelaçadas em posição vertical - Gesto de frustração, retendo uma atitude negativa. Demonstra, pela posição elevada das mãos, uma certa intensidade de humor negativo.
• Mãos entrelaçadas em posição baixa - Retendo uma atitude, porém com menor intensidade do humor negativo do que a figura anterior.
• O campanário para cima - Atitude de autoconfiança ou sabe tudo. Este gesto tem duas versões:
1. Posição das mãos para cima: normalmente quando a pessoa está externando idéias ou opiniões e está dirigindo a conversa. Quando a esta posição se junta a posição da cabeça inclinada para trás, a pessoa assume um ar arrogante.
2. Posição das mãos para baixo: normalmente usada quando a pessoa está ouvindo e não falando. As mulheres tendem a usar este gesto com maior freqüência do que os homens.
• O gesto de superioridade, confiança - Faz com que a pessoa exponha aos outros seu estômago vulnerável e as regiões do coração e da garganta, numa atitude inconsciente de destemor. Ex.: o policial que está patrulhando, o diretor da escola que caminha pelas dependências do estabelecimento, pelos que estão em posição de superioridade.
• O gesto da mão agarrando o pulso - Sinal de frustração e uma tentativa de autocontrole. Quanto mais para cima, nas costas, a mão é levada, mais zangada a pessoa se torna. Pode ser uma tentativa ingênua de disfarçar o nervosismo. Se o gesto de autocontrole é mudado para a posição da palma na palma (vide fig. Anterior), o resultado será uma sensação de calma e confiança.
Braços
• Braços cruzados na frente do corpo - Indicam uma variedade de significados, dependendo da situação. Pode ser uma forma de se resguardar, de se proteger ou de mostrar medo, timidez, força ou poder (uma fortaleza). Como também uma pessoa com os braços cruzados pode, simplesmente, ser fria. De uma forma geral demonstra uma posição defensiva.
• Mãos fechadas demonstram atitude hostil - Se além dos braços cruzados, a pessoa também fechar as mãos , isso indica uma atitude hostil e defensiva, uma posição de ataque.
• Resistência firme - Demonstram uma atitude negativa e de autocontrole. As mãos seguram fortemente os braços, reforçando a posição e detendo qualquer tentativa de descruzar os braços, expondo o corpo.
OBSERVAÇÃO: Pessoas que carregam armas raramente fazem gesto defensivos de braços cruzados, porque a arma já fornece proteção suficiente ao corpo. Os oficiais da polícia que usam revólveres, raramente cruzam os braços, a não ser que estejam de guarda e, neste caso, normalmente usam a posição de mãos fechadas para mostrar muito claramente que ninguém pode passar por onde eles estão.
Pernas
• Gesto padrão de pernas cruzadas - Pode indicar uma postura nervosa, reservada ou defensiva. Em geral, é um gesto de apoio que ocorre junto com outros sinais negativos, e não devem ser interpretados isoladamente ou fora do contexto.
• Posição americana de perna cruzada - Indica uma postura argumentativa e competitiva, onde se quer discutir o ponto de vista do outro.
• Perna cruzada e presa - Sinal de uma pessoa perspicaz obstinada, com uma postura dura e firme, enquanto argumenta ou debate. Sua resistência provavelmente só será quebrada através de uma aproximação especial.
• Tornozelo preso - Quando uma pessoa prende seus tornozelos, está mentalmente controlando seus lábios. O gesto tem o sentido de reprimir uma atitude, emoção, nervosismo ou medo.
• Inclinar-se para a frente ou recostar-se na cadeira - Aproximar o corpo pode significar um gesto de amizade ou interesse ("Fale-me mais"). Encostar-se na cadeira indica uma diminuição de interesse ("Deixe-me pensar no que você acaba de dizer") ou até de indiferença.
• Tenho todas as respostas mas também quero argumentar - O gesto de ambas as mãos atrás da cabeça é típico das pessoas que se sentem confiantes ou superiores. Muitas pessoas ficam irritadas quando alguém se dirige a elas com essa postura. As pernas cruzadas desta figura representam a posição de competição ou de querer argumentar idéias.
• O catador de fiapos - Representa a discordância da opiniões ou atitudes de outros, porém a pessoa se sente constrangida em expressar seu ponto de vista. É um sinal de desaprovação e indica que não está gostando do que está sendo dito, mesmo que verbalmente concorde com tudo.
1 - Colocação da mão no rosto;
2 - Cabeça inclinada;
3 - Coçar o queixo;
4 - Olhar por cima dos óculos;
5 - Retirar os óculos para limpar;
6 - Morder as hastes dos óculos e
7 - Agarrar o nariz com os dois dedos .
ATITUDE DE FRUSTRAÇÃO
1 - Respiração curta;
2 - Mãos muito apertadas;
3 - Punhos cerrados;
4 - Passar as mãos nos cabelos e
5 - Coçar a nuca .
ATITUDE DE INSEGURANÇA
1 - Morder o lápis;
2 - Esfregar um polegar no outro ;
3 - Roer as unhas e
4 - Mãos nos bolsos .
ATITUDE DE CONFIANÇA
1 - Mãos atrás das costas;
2- Mãos nos bolsos do paletó com os dedos polegares para fora ;
3 - Mãos segurando a lapela do paletó .
ATITUDE DE MEDITAÇÃO
1 - A face palmar do indicador pode apoiar - se totalmente sobre os lábios ou sobre o mento e a face palmar do polegar apóia - se sobre a região do ângulo da mandíbula .
GESTO DE ÓDIO E DE ABOMINAÇÃO
1 - Os dedos estão separados uns dos outros, com as últimas falanges encurvadas em ângulo reto , enquanto as outras falanges estão em extensão e tomam o aspecto de garras .
ATITUDE DE NERVOSISMO
1 - Tosse seca;
2 - Suspiro , assovio ;
3 - Compulsão para fumar ;
4 - Desviar o olhar ;
5 - Torcer as mãos ;
6 - Suor .
ATITUDE DE COOPERAÇÃO
1 - Sentar na beirada da cadeira ;
2 - Inclinação do corpo para frente ;
3 - Mãos espalmadas ;
4 - Desabotoamento do paletó e
5 - Cabeça inclinada .
Dedos
• Contar nos Dedos - pessoa lógica e sensata, separando os fatos na mente ao apresentá-los.
• Contar a partir do Polegar - indica uma apresentação forçada.
• Contar a partir do Dedo Mínimo - Um meio mais suave de transmitir suas idéias.
• Manter os Dedos esticados enquanto conta - pessoa que tem planos bem claros e sabe onde quer chegar com eles.
• Apontar um dedo- a pessoa esta afirmando sua autoridae ou ilustrando um fato.
• Abanar o dedo- Isto é uma ameaça: ele ou ela, o vê com hostilidae e está lhe passando uma repreensão.
• Polegares - indicam força de caráter e personalidade e são utilizados para demonstrar domínio, superioridade ou até agressão.
Ex.: Em minha humilde opinião "(apontando o polegar para o peito)...".
Demonstração de atitude de superioridade
Sinal duplo com atitude negativa ou defensiva (braços cruzados) mais a atitude de superioridade (polegares para cima). Pode ser entendido também como demonstração de autoconfiança (polegares para cima) com os braços cruzados, sensação de proteção.
Mãos
• Mãos sobre a mesa -Dedicado aos negócios. Querendo negociar. "Vamos direto ao assunto.
Demonstração de sinceridade e honestidade (braços abertos, mãos abertas e palmas para cima)
• Mãos juntas sobre o colo ou estômago - Um gesto de proteção.
• Mãos nos quadris - Provocativo ou duro. Entretido ou ansioso para entrar no assunto principal. Esse gesto também pode indicar antagonismo ou desafio.
• Mãos nos bolsos - Estar em contato com o próprio corpo. Ter as mãos enfiadas num pequeno vão é reconfortador. Busca de equilíbrio frente a uma possível insegurança.
Aperto de mão
• Assumindo o controle - a palma da mão voltada diretamente para o chão
Quando você diz, corporalmente, à outra pessoa, que deseja assumir o controle no encontro que se seguirá. Não é necessário que a palma da mão esteja voltada diretamente para o chão, mas ela deve estar inclinada em relação à palma da mão da outra pessoa.
• Desarmando um aperto de mão e assumindo o controle - (segurar as costas da mão próximo ao pulso) Essa atitude pode ser embaraçosa para o dominador, assim deve ser tomada com precaução e discrição.
• Concedendo o controle - (palma da mão voltada para cima) Quando você deseja entregar o controle à pessoa ou fazer com que ela sinta que está no comando da situação.
• O igual - Aperto de mão firme, com as duas palmas permanecendo na posição vertical, cada uma das pessoas transmitindo sentimento de respeito e harmonia à outra.
• Aperto de mão com invasão de território - (uso da mão esquerda segurando o braço)
A mão esquerda de quem toma a iniciativa do aperto de mão representa uma invasão da zona íntima do receptor.
Expectativas positivas
Ex.: Chefe, acabamos de conseguir um grande pedido.
Ex.: O garçom que se aproxima do cliente, após o jantar, esfregando as palmas das mãos e perguntando: "Algo mais, senhor?", está dizendo que está esperando pela gorjeta.
Mãos no rosto
Quando uma pessoa usa um dos gestos de mão no rosto, um pensamento negativo penetrou em sua mente e poderá representar dúvida, falsidade, incerteza, exagero, apreensão ou mentira.
• A proteção da boca - Reprimindo as palavras falsas que estão sendo ditas. Este gesto da boca também pode ser representado por dedos colocados sobre a boca ou pela mão fechada, porém com o mesmo significado.
• O toque do nariz - Controlando um pensamento negativo ou uma mentira. Pode ser uma ligeira esfregada ou um toque rápido e quase imperceptível. A mentira causa formigamento nos delicados terminais nervosos do nariz, provocando o toque no nariz.
• Esfregar o olho - Tentativa de bloquear a falsidade, dúvida ou mentira que vê, ou evitar olhar o rosto da pessoa para quem está contando a mentira. Neste último caso, olha-se para o lado ou para o chão.
• Esfregar a orelha - Tentativa do ouvinte de bloquear as palavras ouvidas, colocando a mão ao redor e sobre a orelha. Variações: esfregar a parte de trás da orelha, o dedo indicador puxando o lóbulo da orelha ou dobrando-a para frente.
• Tédio (mão apoiando o rosto) - Demonstra falta de interesse, tédio. Quando forem sinais emitidos pelo ouvinte.
• Avaliação interessante - A avaliação é demonstrada pela mão fechada sobre a face, mas sem servir de apoio para a cabeça, mas o dedo indicador apontado para cima.
• Tomada de decisão - O gesto de esfregar o queixo é um sinal de que o ouvinte está tomando uma decisão.
Mãos e braços
• Mão entrelaçadas em posição vertical - Gesto de frustração, retendo uma atitude negativa. Demonstra, pela posição elevada das mãos, uma certa intensidade de humor negativo.
• Mãos entrelaçadas em posição baixa - Retendo uma atitude, porém com menor intensidade do humor negativo do que a figura anterior.
• O campanário para cima - Atitude de autoconfiança ou sabe tudo. Este gesto tem duas versões:
1. Posição das mãos para cima: normalmente quando a pessoa está externando idéias ou opiniões e está dirigindo a conversa. Quando a esta posição se junta a posição da cabeça inclinada para trás, a pessoa assume um ar arrogante.
2. Posição das mãos para baixo: normalmente usada quando a pessoa está ouvindo e não falando. As mulheres tendem a usar este gesto com maior freqüência do que os homens.
• O gesto de superioridade, confiança - Faz com que a pessoa exponha aos outros seu estômago vulnerável e as regiões do coração e da garganta, numa atitude inconsciente de destemor. Ex.: o policial que está patrulhando, o diretor da escola que caminha pelas dependências do estabelecimento, pelos que estão em posição de superioridade.
• O gesto da mão agarrando o pulso - Sinal de frustração e uma tentativa de autocontrole. Quanto mais para cima, nas costas, a mão é levada, mais zangada a pessoa se torna. Pode ser uma tentativa ingênua de disfarçar o nervosismo. Se o gesto de autocontrole é mudado para a posição da palma na palma (vide fig. Anterior), o resultado será uma sensação de calma e confiança.
Braços
• Braços cruzados na frente do corpo - Indicam uma variedade de significados, dependendo da situação. Pode ser uma forma de se resguardar, de se proteger ou de mostrar medo, timidez, força ou poder (uma fortaleza). Como também uma pessoa com os braços cruzados pode, simplesmente, ser fria. De uma forma geral demonstra uma posição defensiva.
• Mãos fechadas demonstram atitude hostil - Se além dos braços cruzados, a pessoa também fechar as mãos , isso indica uma atitude hostil e defensiva, uma posição de ataque.
• Resistência firme - Demonstram uma atitude negativa e de autocontrole. As mãos seguram fortemente os braços, reforçando a posição e detendo qualquer tentativa de descruzar os braços, expondo o corpo.
OBSERVAÇÃO: Pessoas que carregam armas raramente fazem gesto defensivos de braços cruzados, porque a arma já fornece proteção suficiente ao corpo. Os oficiais da polícia que usam revólveres, raramente cruzam os braços, a não ser que estejam de guarda e, neste caso, normalmente usam a posição de mãos fechadas para mostrar muito claramente que ninguém pode passar por onde eles estão.
Pernas
• Gesto padrão de pernas cruzadas - Pode indicar uma postura nervosa, reservada ou defensiva. Em geral, é um gesto de apoio que ocorre junto com outros sinais negativos, e não devem ser interpretados isoladamente ou fora do contexto.
• Posição americana de perna cruzada - Indica uma postura argumentativa e competitiva, onde se quer discutir o ponto de vista do outro.
• Perna cruzada e presa - Sinal de uma pessoa perspicaz obstinada, com uma postura dura e firme, enquanto argumenta ou debate. Sua resistência provavelmente só será quebrada através de uma aproximação especial.
• Tornozelo preso - Quando uma pessoa prende seus tornozelos, está mentalmente controlando seus lábios. O gesto tem o sentido de reprimir uma atitude, emoção, nervosismo ou medo.
• Inclinar-se para a frente ou recostar-se na cadeira - Aproximar o corpo pode significar um gesto de amizade ou interesse ("Fale-me mais"). Encostar-se na cadeira indica uma diminuição de interesse ("Deixe-me pensar no que você acaba de dizer") ou até de indiferença.
• Tenho todas as respostas mas também quero argumentar - O gesto de ambas as mãos atrás da cabeça é típico das pessoas que se sentem confiantes ou superiores. Muitas pessoas ficam irritadas quando alguém se dirige a elas com essa postura. As pernas cruzadas desta figura representam a posição de competição ou de querer argumentar idéias.
• O catador de fiapos - Representa a discordância da opiniões ou atitudes de outros, porém a pessoa se sente constrangida em expressar seu ponto de vista. É um sinal de desaprovação e indica que não está gostando do que está sendo dito, mesmo que verbalmente concorde com tudo.
COMPORTAMENTO E GESTOS
Segurar na cintura... Amar-te-ei para sempre
Acariciar a face de baixo da mão... Quero fazer amor contigo
Acariciar a face de cima da mão... Tenho carinho por ti
Empurrar os joelhos... Estou louco por ti
Poisar os olhos no chão... Penso em ti
Acariciar os braços... Serei o teu amor
Apertar a mão com força... Espero apertar-te em meus braços
Acariciar os ombros... Não penso senão em ti
Apagar um fósforo... Beijamo-nos
Cerrar os dentes... Odeio-te
Morder as unhas... Amo-te mais que a vida
Morder os dedos... Amo-te e tenho-te de dizer
Piscar o olho direito... Mandar à merda
Piscar o olho esquerdo... Pedir em namoro
Deitar a ponta da língua de fora... Dá-me um beijo
Deitar a língua toda de fora... Mandar à merda
Pisar o pé esquerdo... É verdade que me amas?
Acariciar a face de baixo da mão... Quero fazer amor contigo
Acariciar a face de cima da mão... Tenho carinho por ti
Empurrar os joelhos... Estou louco por ti
Poisar os olhos no chão... Penso em ti
Acariciar os braços... Serei o teu amor
Apertar a mão com força... Espero apertar-te em meus braços
Acariciar os ombros... Não penso senão em ti
Apagar um fósforo... Beijamo-nos
Cerrar os dentes... Odeio-te
Morder as unhas... Amo-te mais que a vida
Morder os dedos... Amo-te e tenho-te de dizer
Piscar o olho direito... Mandar à merda
Piscar o olho esquerdo... Pedir em namoro
Deitar a ponta da língua de fora... Dá-me um beijo
Deitar a língua toda de fora... Mandar à merda
Pisar o pé esquerdo... É verdade que me amas?
COMPORTAMENTO E GESTOS
Beijo na mão... Pretensão
Beijo no queixo... Desejo-te
Beijo no pescoço... Amar-te-ei
Beijo nos lábios... Amo-te
Beijo nas orelhas... Desejo
Beijo na testa... Respeito
Beijo no nariz... Traição
Beijo nos olhos... Ternura
Beijo na face... Amizade sincera
Beijo no cabelo... Amor profundo
Beijar em qualquer lado... Não nos vamos preocupar
Pisar os pés... Amo-te
Olhar nos olhos sem hesitação... Beija-me
Acariciar o cabelo... Serás minha
Beijo no queixo... Desejo-te
Beijo no pescoço... Amar-te-ei
Beijo nos lábios... Amo-te
Beijo nas orelhas... Desejo
Beijo na testa... Respeito
Beijo no nariz... Traição
Beijo nos olhos... Ternura
Beijo na face... Amizade sincera
Beijo no cabelo... Amor profundo
Beijar em qualquer lado... Não nos vamos preocupar
Pisar os pés... Amo-te
Olhar nos olhos sem hesitação... Beija-me
Acariciar o cabelo... Serás minha
COMPORTAMENTO E GESTOS
Comportamento não verbal Possíveis Interpretações
Movimentação rápida, andar correcto Confiança
Parar com as mãos na cintura Incompreensão, agressividade
Sentar com as pernas cruzadas Cansaço, aborrecimento
Sentar com as pernas abertas Abertura, relaxamento
Braços cruzados no peito Defensiva
Mãos nos bolsos, olhando para baixo Falta de entusiasmo, desmotivado
Mãos nas maçãs do rosto Avaliação, pensamento
Coçar ou tocar o nariz ao falar Dúvida, mentira
Esfregar os olhos Descrença, dúvida, mentira
Mãos fechadas atrás das costas Frustração, ódio
Tornozelos fechados Apreensão
Cabeça apoiada nas mãos, olhar para baixo Aborrecimento
Esfregar as mãos Antecipação, ansiedade
Sentado com mãos para trás da cabeça Confiança, superioridade
Mãos abertas, palmas para cima Sinceridade, inocência, abertura
Coçar a ponta do nariz, olhos fechados Avaliação negativa
Batucar com os dedos, olhar o relógio Impaciência
Estalar os dedos Autoridade
Alisar o cabelo Insegurança
Inclinar/ Virar a cabeça na direcção Interesse
Coçar o queixo Pensando
Desviar o olhar Desconfiança
Roer unhas Ansiedade, insegurança
Puxar ou coçar a orelha Indecisão
Movimentação rápida, andar correcto Confiança
Parar com as mãos na cintura Incompreensão, agressividade
Sentar com as pernas cruzadas Cansaço, aborrecimento
Sentar com as pernas abertas Abertura, relaxamento
Braços cruzados no peito Defensiva
Mãos nos bolsos, olhando para baixo Falta de entusiasmo, desmotivado
Mãos nas maçãs do rosto Avaliação, pensamento
Coçar ou tocar o nariz ao falar Dúvida, mentira
Esfregar os olhos Descrença, dúvida, mentira
Mãos fechadas atrás das costas Frustração, ódio
Tornozelos fechados Apreensão
Cabeça apoiada nas mãos, olhar para baixo Aborrecimento
Esfregar as mãos Antecipação, ansiedade
Sentado com mãos para trás da cabeça Confiança, superioridade
Mãos abertas, palmas para cima Sinceridade, inocência, abertura
Coçar a ponta do nariz, olhos fechados Avaliação negativa
Batucar com os dedos, olhar o relógio Impaciência
Estalar os dedos Autoridade
Alisar o cabelo Insegurança
Inclinar/ Virar a cabeça na direcção Interesse
Coçar o queixo Pensando
Desviar o olhar Desconfiança
Roer unhas Ansiedade, insegurança
Puxar ou coçar a orelha Indecisão
COMPORTAMENTO E GESTOS
JÁ REPAROU QUE ENQUANTO FALA, VOCE MEXE UMA PARTE DO CORPO.
O QUE PODEM SIGNICAR?
O QUE PODEM SIGNICAR?
COMPORTAMENTO E GESTOS
TODOS AO FALAR UTILIZAMOS EXPRESSÕES QUE SEM DAR-MOS CONTA ~TRANSMITEM A ESSENCIA DO QUE SOMOS.
tema: COMPORTAMENTO
O NOSSO COMPORTAMENTO É ALGO SEMPRE ALVO DE ESTUDO.
NÃO PERCA A INFORMAÇÃO SEGUINTE SOBRE ESTE TEMA.
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CAFE PLANALTO
NUM DOS BAIRROS MAIS CALMOS DE PORTALEGRE ESTÁ ESTE LOCAL ONDE SE PODE BEBER UM CAFE DESCANSADO E SEM LUGARES DE ESTACIONAMENTO PAGOS.
PESSOAS
José Frederico Laranjo (Castelo de Vide, 1846 - Lisboa, 1910) - Jurista, economista, professor universitário e político. Foi director do jornal O Distrito de Portalegre.
PESSOAS
José Régio (Vila do Conde, 1901 - Vila do Conde, 1969) - Professor, poeta, romancista, dramaturgo, ensaísta e crítico, fundador da revista Presença e colaborador da Seara Nova. De seu nome próprio , José Maria dos Reis Pereira, foi professor de Português no então Liceu Nacional de Portalegre (actual Escola Secundária Mouzinho da Silveira) de 1928 a 1967. Um dos seus poemas mais famosos é a Toada de Portalegre. Na sua casa está actualmente o Casa-Museu José Régio, onde além da mobília e objectos pessoais, estão expostas as suas extensas colecções de antiguidades, arte e artesanato popular
PESSOAS
José Francisco Trindade Coelho (Mogadouro, 1861 - Lisboa, 1908) - Escritor, jornalista, magistrado e político. Foi delegado do Procurador Régio em Portalegre, onde fundou dois jornais - O Comércio de Portalegre e a Gazeta de Portalegre.
pessoas
Cristóvão Falcão - Poeta e diplomata oriundo de uma família nobre com raízes em Portalegre, supõe-se que possa ter nascido na cidade em ano incerto (1512-1518). Morreu entre 1555 e 1557. A sua obra mais conhecida é Crisfal.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
PERSONALIDADES PORTUGUESAS
D. João I - Mestre de Avis Era filho ilegítimo do rei Pedro I de Portugal e de uma dama galega chamada Teresa Lourenço. Em 1364 foi consagrado Grão Mestre da Ordem de Avis. Tornou-se rei de Portugal, primeiro da segunda dinastia em 1385, depois do Interregno.
PERSONALIDADES PORTUGUESAS
Martinho Dias Vive e trabalha em Covelas, Trofa ... A obra plástica de Martinho Dias move-se, sobretudo, num criticismo social e político dentro de uma realidade contemporânea. Ele desdobra esta realidade, que nos é comum, através de uma forma sugestiva, sugerida, privilegiando padrões de informação recolhendo imagens dos meios de comunicação.
PERSONALIDADES PORTUGUESAS
Antonio Variações
o que teria acontecido ... Se não tivesse morrido (em meados dos anos 80) exactamente na altura em que se começa a assistir ao nascimento desse circuito, através de editoras como a Real World ou a Luaka Bop e de uma rede de festivais e concertos então em fase de desenvolvimento
o que teria acontecido ... Se não tivesse morrido (em meados dos anos 80) exactamente na altura em que se começa a assistir ao nascimento desse circuito, através de editoras como a Real World ou a Luaka Bop e de uma rede de festivais e concertos então em fase de desenvolvimento
TV
A SERIE MANIMAL PASSAVA NA RTP2 SABADOS DE TARDE. A HISTORIA DE UM HOMEM QUE SE TRANSFORMAVA EM VARIOS BICHINHOS.
SERIES4
A SERIE QUE TAMBEM ME DEIXA AGARRADO AO ECRÃ É: HEROES
AQUI OS HEROIS SÃO DIFERENTES. TEM PODERES MAS PARECE MAIS QUE OS PODERES OS TEM A CADA UM DOS PERSONAGENS.
AQUI OS HEROIS SÃO DIFERENTES. TEM PODERES MAS PARECE MAIS QUE OS PODERES OS TEM A CADA UM DOS PERSONAGENS.
SERIES3
OUTRA SERIE DO GÉNERO É O MENTALISTA COM SIMON BAKER.
O TEMA DOS COMPORTAMENTOS VAI SER UM DOS MOTES DESTE NOVO BLOGUE.
O TEMA DOS COMPORTAMENTOS VAI SER UM DOS MOTES DESTE NOVO BLOGUE.
SERIES2
OUTRA SERIE DE CULTO É LIE TO ME COM TIM ROTH. DESTA VEZ É A LEITURA DE COMPORTAMENTOS E EXPRESSÕES QUE FAZ COM QUE FIQUEMOS AGARRADOS AO ECRÃ.
SERIES
CADA VEZ MAIS A INDUSTRIA DE HOLLYWOOD SE ESTÁ A VIRAR PARA AS SÉRIES DE TELEVISÃO COM GRANDES ACTORES E ACTRIZES.
VEJAMOS O CASO DE CSI. DIVIDE-SE ENTRE 3 GRANDES CIDADES E CONTA COM A PARTICIPAÇÃO DE GRANDES ACTORES COMO GARY SINISE,LAURENCE FISHBURNE,ETC...
VEJAMOS O CASO DE CSI. DIVIDE-SE ENTRE 3 GRANDES CIDADES E CONTA COM A PARTICIPAÇÃO DE GRANDES ACTORES COMO GARY SINISE,LAURENCE FISHBURNE,ETC...
Musica
poetry for the poisoned É O ALBUM NOVO DE KAMELOT QUE FINALMENTE NOS TRAZ UMA SONORIDADE TRABALHADA DE FORMA DIFERENTE.
Musica
DESTAQUE PARA LADY ANTEBELLUM. UMA SONORIDADE AGRADAVEL QUE FICA ENTRE UM POP E UM COUNTRY. RECOMENDO
FILME RECOMENDADO
RECOMENDO O FILME: UMA HISTÓRIA SIMPLES DE DAVID LINCH
...uma história diferente do que nos habituou mas com forte significado.
...uma história diferente do que nos habituou mas com forte significado.
GEMEOS BAR
É um dos bares da praça da Republica.Talvez o mais diversificado.Serve refeições e tem por vezes musica ao vivo.
domingo, 12 de setembro de 2010
INTRODUÇÃO
ESTE É O PRIMEIRO COMENTÁRIO DESTE NOVO BLOGUE.
A IDEIA É TRANSMITIR IDEIAS,MENSAGENS E INFORMAÇÕES UTEIS.
DAR ALGUMA FORMAÇÃO DE CÓDIGO DA ESTRADA,DE INTERESSES OU ATÉ MESMO DIVULGAR EVENTOS,ESPAÇOS E ACONTECIMENTOS.
E PARA COMEÇAR,APRESENTO O DANNY`S ADEGA BAR. UM NOVO CONCEITO DE BAR EM PORTALEGRE QUE ACRESCENTA UM BEM ESTAR CASADO COM SOM PORTUGUÊS AO QUAL SE ADICIONA O FADO. O FADO DESTE BAR É O DE CRIAR UM AMBIENTE DE CONVIVIO REGADO DE BOM VINHO E MIMINHOS(PETISCOS) TIPICOS...MAS DESLOQUEM -SE AO LOCAL E COMPROVEM.
EM ALEGRETE TAMBEM SE PASSOU UM MOMENTO AGRADAVEL NA NOITE DE SABADO DIA 11...UMA AMOSTRA DE ALGO FENOMENAL E DIFERENTE.
UM MISTO DE MEDIEVAL E TRADICIONAL.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
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